Seminário em Brasília discute a cultura da corrupção
Nos dias 9 e 10 de dezembro, a sede do Tribunal de Contas da União (TCU), em Brasília, vai receber dezenas de representantes de organizações da sociedade civil, de empresas e de meios de comunicação de todo o país para participarem do Seminário Nacional sobre a Luta contra a Corrupção e a Impunidade.
A data é especial – dia 9 de dezembro é o Dia Mundial de Combate à Corrupção – e o evento é uma iniciativa da Articulação Brasileira contra a Corrupção e a Impunidade (Abracci), que reúne 50 organizações da sociedade civil, empresas movimentos sociais, instituições públicas e de pesquisa.
O seminário é uma das diversas mobilizações em torno do combate à cultura da corrupção que vão realizar-se em faculdades, escolas e entidades de todo o Brasil na semana do Dia Mundial de Combate à Corrupção. Reunirá lideranças sociais, acadêmicos, empresários e cidadãos interessados no combate à corrupção e à impunidade no país. O objetivo é provocar o debate sobre a cultura da corrupção, com foco na origem desse problema, além de permitir a troca de experiências e aprendizado sobre o assunto.
O tema central do evento – “Superando a Cultura da Corrupção” – será debatido de acordo com três eixos de ação articulados no Mutirão Nacional de Luta contra a Cultura da Corrupção: a produção de conhecimento e informação; os desafios para a mídia independente; e as experiências de ações concretas.
Durante o seminário, haverá dois momentos especiais. No final da tarde do dia 9/12, será lançado o Relatório de Corrupção 2009 – Corrupção e o Setor Privado, enfocando o cenário mundial da corrupção. Realizado pela ONG Transparência Internacional, sua versão em português foi produzida em parceria com a Abracci. O segundo momento de destaque ocorrerá no dia 10/12, no horário do almoço, quando os participantes do seminário farão uma visita-manifestação ao Congresso Nacional para apoiar a tramitação e aprovação do Projeto de Lei 518/2009. uma proposta de lei popular apresentada em setembro pelo Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) sobre a não aceitação do registro de candidaturas de pessoas com condenação criminal. As assinaturas de apoio a essa proposta foram recolhidas por meio da Campanha Ficha Limpa.
Apoiam o seminário a Fundação Avina, o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), a Controladoria Geral da União (CGU), o Tribunal de Contas da União (TCU), a Transparência Internacional e o Instituto Ethos.
SERVIÇO
O quê: Seminário Nacional sobre a Luta Contra a Corrupção e a Impunidade – “Superando a Cultura da Corrupção”;
Quando: Nos dias 9 e 10 de dezembro de 2009;
Local: Auditório do Tribunal de Contas da União (TCU);
Endereço: Setor de Administração Federal Sul (SAFS), Quadra 4, Lote 1 – Brasília (DF);
Inscrições: Para inscrever-se, clique aqui.
Por Rogerio Ruschel (Instituto Brasil Verdade/Envolverde) / Edição de Benjamin S. Gonçalves.
Esclarecimentos importantes sobre as atividades do Instituto Ethos
1. O trabalho de orientação às empresas é voluntário, sem nenhuma cobrança ou remuneração.
2. Não fazemos consultoria e não credenciamos nem autorizamos profissionais a oferecer qualquer tipo de serviço em nosso nome.
3. Não somos entidade certificadora de responsabilidade social nem fornecemos “selo” com essa função.
4. Não permitimos que nenhuma entidade ou empresa (associada ou não) utilize a logomarca do Instituto Ethos sem o nosso consentimento prévio e expressa autorização por escrito.
Caso tenha alguma dúvida ou queira nos consultar sobre as atividades de apoio do Instituto Ethos, contate-nos, por favor, pelo link Fale conosco, no qual será possível identificar a área mais apropriada para atendê-lo.
Características inatas ( hereditárias ou genotípicas) Experiência e vivência para adquirir conhecimento Desenvolvimento e aprendizagem ocorrem simultaneamente Tornar a educação de caráter mais comunitário Elos significativos, onde percebemos que sociedade e natureza são indissociáveis Valoriza a pluralidade cultural e biodiversidade
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Valorização do Patrimônio e Turismo Sustentável
A História , a Cultura e o Ambiente são as vertentes , os vértices, o tripé do turismo sustentável no Planeta Terra .
Muitos analistas de meio ambiente e economia se deparam com os conceitos e práticas do que vem a ser realmente o desenvolvimento sustentável e onde o turismo se insere neste contexto.
O “ sustentável” pressupõe as formas de vida respeitadas , a conservação de recursos básicos como o solo, o ar , a água, os habitats ; maior igualdade de acesso a esses recursos , a minimização dos impactos negativos , a potencialização dos impactos positivos ( educação, trabalho , saneamento básico) , uma participação mais ativa das comunidades nos processos decisórios democráticos , além de amplo suporte de políticas públicas em prol da garantia da qualidade ambiental às gerações futuras .
Incontestável dizer que os métodos atuais de países emergentes como o nosso para buscar o desenvolvimento sustentável de localidades turísticas estão cada vez mais insustentáveis . O desenvolvimento a qualquer preço , como um mercado livre prioriza por si só o crescimento econômico de forma isolada , não sendo um bom exemplo de sustentabilidade ambiental ou social tendo como resultado a concentração de riqueza, a violência , a superpopulação e a degradação ambiental .
O turismo de massa não é o grande amigo do Ecoturismo ou do Turismo sustentável . A massa de empreendimentos de grande porte , a massa de gente vindo ao mesmo tempo, a massa de resíduos sendo gerados e extraídos resulta em uma capacidade suporte do ambiente , limitada , saturada , desgastada e com o tempo , economicamente afetada .
Então quais os benefícios de um Turismo responsável , ou chamado sustentável ? Quais estilos de destinações turísticas queremos visitar ? Aquelas superpovoadas sem a existência de planejamento e prevenção de impactos adversos ? Ou aquelas que monitoram , assessoram e administram os impactos promovendo uma igualdade de decisões não somente do setor privado e governos , mas também das comunidades organizadas e associadas e das Ongs?
Acredito que o que torna sustentável é a garantia de se Ter recursos preservados , digamos uma “ poupança cultural, ambiental e Histórica da região “ . Sem estes patrimônios valorizados , quais seriam os atrativos para um visitante ? Como seriam desenvolvidos os projetos de educação, preservação histórica –ambiental sem a economia gerada pelo turismo ?
Fica aqui mais alguns questionamentos . Vendo de outro ângulo , quais seriam as barreiras criadas pela preservação ambiental para o desenvolvimento econômico de localidades turísticas ? Você conhece um pouco da Agenda 21 , e o que ela diz sobre turismo e ambiente? Vamos conversar um pouco sobre isto na próxima matéria . Fica mais uma pergunta aos leitores , de que forma você gostaria que o lugar onde se vive crescesse?
A História , a Cultura e o Ambiente são as vertentes , os vértices, o tripé do turismo sustentável no Planeta Terra .
Muitos analistas de meio ambiente e economia se deparam com os conceitos e práticas do que vem a ser realmente o desenvolvimento sustentável e onde o turismo se insere neste contexto.
O “ sustentável” pressupõe as formas de vida respeitadas , a conservação de recursos básicos como o solo, o ar , a água, os habitats ; maior igualdade de acesso a esses recursos , a minimização dos impactos negativos , a potencialização dos impactos positivos ( educação, trabalho , saneamento básico) , uma participação mais ativa das comunidades nos processos decisórios democráticos , além de amplo suporte de políticas públicas em prol da garantia da qualidade ambiental às gerações futuras .
Incontestável dizer que os métodos atuais de países emergentes como o nosso para buscar o desenvolvimento sustentável de localidades turísticas estão cada vez mais insustentáveis . O desenvolvimento a qualquer preço , como um mercado livre prioriza por si só o crescimento econômico de forma isolada , não sendo um bom exemplo de sustentabilidade ambiental ou social tendo como resultado a concentração de riqueza, a violência , a superpopulação e a degradação ambiental .
O turismo de massa não é o grande amigo do Ecoturismo ou do Turismo sustentável . A massa de empreendimentos de grande porte , a massa de gente vindo ao mesmo tempo, a massa de resíduos sendo gerados e extraídos resulta em uma capacidade suporte do ambiente , limitada , saturada , desgastada e com o tempo , economicamente afetada .
Então quais os benefícios de um Turismo responsável , ou chamado sustentável ? Quais estilos de destinações turísticas queremos visitar ? Aquelas superpovoadas sem a existência de planejamento e prevenção de impactos adversos ? Ou aquelas que monitoram , assessoram e administram os impactos promovendo uma igualdade de decisões não somente do setor privado e governos , mas também das comunidades organizadas e associadas e das Ongs?
Acredito que o que torna sustentável é a garantia de se Ter recursos preservados , digamos uma “ poupança cultural, ambiental e Histórica da região “ . Sem estes patrimônios valorizados , quais seriam os atrativos para um visitante ? Como seriam desenvolvidos os projetos de educação, preservação histórica –ambiental sem a economia gerada pelo turismo ?
Fica aqui mais alguns questionamentos . Vendo de outro ângulo , quais seriam as barreiras criadas pela preservação ambiental para o desenvolvimento econômico de localidades turísticas ? Você conhece um pouco da Agenda 21 , e o que ela diz sobre turismo e ambiente? Vamos conversar um pouco sobre isto na próxima matéria . Fica mais uma pergunta aos leitores , de que forma você gostaria que o lugar onde se vive crescesse?
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Unidades de Conservação - Territórios de Isolamento de Conservação
As áreas protegidas é um método de conservação e preservação dos recursos naturais.
No Brasil é um instrumento que tenta assegurar a legalidade de um espaço territorial predestinado a conservação de redutos ecológicos, incluindo nichos de fauna e flora , ecossistemas inteiros , rios, lagoas , corpos dágua, cachoeiras, montes e montanhas , relevos e paisagens , de primitivas a modificadas ao longo dos tempos por inúmeras gerações .
O Sistema Nacional de Unidades de Conservação ( SNUC) é composto por uma série de diferentes espaços preservacionistas chamados de Parques, Reservas, Estações, Áreas de Proteção e até Reservas Particulares . O SNUC é instituído pela Lei 9.985 de 18/07/2000 , o qual foi foco de muitos debates nos últimos 10 anos para constituir o corpo atual de Gestão Ambiental.
As Unidades de Conservação ( UCs) são espaços territoriais decretados pelo Governo Federal e muitas vezes pelas esferas estaduais , municipais e mesmo pela iniciativa privada, a qual vem transformando em áreas particulares de florestas de Mata Atlântica, Caatingas e Cerrados em unidades como Reservas Particulares do Patrimônio Natural ( RPPNs) .
Muitas são as condições para entendermos a necessidade deste mecanismo de preservação de ecossistemas significativos :
• Preservar bancos genéticos
• Preservar recursos hídricos
• Desenvolver projetos voltados a sustentabilidade
• Monitoramento das áreas de entorno , acompanhando as linhas mestras de um Plano de Manejo
• Prevenção de impactos
• Pesquisa Científica
• Ecoturismo e a Educação Ambiental
• Consciência Pública e Cidadania
• Conservação de Valores culturais centenários
Uma unidade de conservação é uma ótima ferramenta de desenvolvimento humano . É através do contato com a natureza , seguindo regulamentos e códigos de conduta para evitar impactos , que as pessoas interagem com o dia a dia “ outdoor” .
Estes espaços criados para preservação ( restringe mais o uso) e conservação ( busca uma harmonia das atividades humanas) servem para garantir não só a biodiversidade , mas um valor inestimável de recursos dos mais variados para as futuras gerações .
O desenvolvimento econômico do estilo não planejado e impiedoso e o crescimento demográfico desenfreado são as limitantes das unidades de conservação no mundo . É literalmente o muro ! De um lado o inchaço urbano, a agricultura e pastagem , do outro os limites geográficos naturais (natureza intocada ou ambientes em renovação ) .
Para conseguir preservar uma unidade de conservação sejam parques Nacionais, Reservas Biológicas , Área de Proteção Ambiental ou Estações Ecológicas , é preciso uma equipe de técnicos , um plano de manejo que nada mais é que um planejamento estratégico de todas atividades a realizar e um mapeamento de áreas considerando diversos usos .
Além de Ação , esforço, boa vontade e dedicação , as unidades de conservação necessitam de corredores ecológicos , pois muitas delas pelo fato de estarem isoladas entre estradas, empreendimentos, cidades e poluição , não conseguem ter uma continuidade para que o ecossistema esteja equilibrado naturalmente , assim, hoje em dia , entre as UC s precisam existir “ alças “ ou “ avenidas” verdes para que se interligue o fluxo de água de um rio , a dispersão de sementes , a vida !
No Brasil é um instrumento que tenta assegurar a legalidade de um espaço territorial predestinado a conservação de redutos ecológicos, incluindo nichos de fauna e flora , ecossistemas inteiros , rios, lagoas , corpos dágua, cachoeiras, montes e montanhas , relevos e paisagens , de primitivas a modificadas ao longo dos tempos por inúmeras gerações .
O Sistema Nacional de Unidades de Conservação ( SNUC) é composto por uma série de diferentes espaços preservacionistas chamados de Parques, Reservas, Estações, Áreas de Proteção e até Reservas Particulares . O SNUC é instituído pela Lei 9.985 de 18/07/2000 , o qual foi foco de muitos debates nos últimos 10 anos para constituir o corpo atual de Gestão Ambiental.
As Unidades de Conservação ( UCs) são espaços territoriais decretados pelo Governo Federal e muitas vezes pelas esferas estaduais , municipais e mesmo pela iniciativa privada, a qual vem transformando em áreas particulares de florestas de Mata Atlântica, Caatingas e Cerrados em unidades como Reservas Particulares do Patrimônio Natural ( RPPNs) .
Muitas são as condições para entendermos a necessidade deste mecanismo de preservação de ecossistemas significativos :
• Preservar bancos genéticos
• Preservar recursos hídricos
• Desenvolver projetos voltados a sustentabilidade
• Monitoramento das áreas de entorno , acompanhando as linhas mestras de um Plano de Manejo
• Prevenção de impactos
• Pesquisa Científica
• Ecoturismo e a Educação Ambiental
• Consciência Pública e Cidadania
• Conservação de Valores culturais centenários
Uma unidade de conservação é uma ótima ferramenta de desenvolvimento humano . É através do contato com a natureza , seguindo regulamentos e códigos de conduta para evitar impactos , que as pessoas interagem com o dia a dia “ outdoor” .
Estes espaços criados para preservação ( restringe mais o uso) e conservação ( busca uma harmonia das atividades humanas) servem para garantir não só a biodiversidade , mas um valor inestimável de recursos dos mais variados para as futuras gerações .
O desenvolvimento econômico do estilo não planejado e impiedoso e o crescimento demográfico desenfreado são as limitantes das unidades de conservação no mundo . É literalmente o muro ! De um lado o inchaço urbano, a agricultura e pastagem , do outro os limites geográficos naturais (natureza intocada ou ambientes em renovação ) .
Para conseguir preservar uma unidade de conservação sejam parques Nacionais, Reservas Biológicas , Área de Proteção Ambiental ou Estações Ecológicas , é preciso uma equipe de técnicos , um plano de manejo que nada mais é que um planejamento estratégico de todas atividades a realizar e um mapeamento de áreas considerando diversos usos .
Além de Ação , esforço, boa vontade e dedicação , as unidades de conservação necessitam de corredores ecológicos , pois muitas delas pelo fato de estarem isoladas entre estradas, empreendimentos, cidades e poluição , não conseguem ter uma continuidade para que o ecossistema esteja equilibrado naturalmente , assim, hoje em dia , entre as UC s precisam existir “ alças “ ou “ avenidas” verdes para que se interligue o fluxo de água de um rio , a dispersão de sementes , a vida !
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
hospedagem natureza
Como se tornar uma Hospedagem mais harmônica com meio ambiente .
“É mais lucrativo trabalhar com e a favor da natureza do que contra ela”
auto desconhecido
Muito se tem visto novas e infinitas construções no Litoral Norte da Bahia , consequência do crescimento turístico.
A Costa dos Coqueiros , Área de Proteção Ambiental ( APA) desde 1992 , e atualmente resguardada na área marinha por outra APA , vem sendo ocupada por inúmeros condomínios, hotéis, Pousadas e todos os tipos de empreendimentos voltados ao impulso que os recursos naturais ainda protegidos, mas vulneráveis, têm atraído para região .
Sua geografia plana , uma estrada segura , em grande parte duplicada , a facilidade de acesso à capital Salvador tem feito ser o foco do Programa de Desenvolvimento Turístico ( PRODETUR) incentivando novos negócios hoteleiros nesta região que se não cuidarmos agora , estará fragilizada em 20 anos .
A hotelaria no mundo sempre se encantou em Megas projetos com prédios e edifícios simulando ao público algo parecido com as grandes cidades. Se no entanto criar turismo é criar diferenciais , por quê construir prédios em meio a vegetação litorânea , impactada há séculos pela ocupação portuguesa em 1500 e agora por novos empreendimentos em muitos casos não criteriosos?
Deveriam os investidores fazerem algumas perguntas : Será que teremos água suficiente para abastecer estas “ cidades turísticas construídas e planejadas” para atender 3000 leitos? Como nos sustentaremos a longo prazo se houver saturação do local devido a febre inicial de destinações turísticas? Seremos nós estes futuros fantasmas de concreto ? Qual é a taxa real de empregabilidade nos 12 meses do ano , sendo que no Brasil /Nordeste ainda o turismo é sazonal ?
Para se criar a diferença viriam como forma sustentável de construção para o Litoral Norte não mais mega prédios e sim ecolodges que na Língua Portuguesa significam Ecoalojamentos . Hospedar com natureza conservada!
Os Ecoalojamentos seriam Eco hospedagens ( Resorts e Pousadas ) voltados a uma economia no planejamento tanto de materiais a serem utilizados na construção , quanto materiais e procedimentos na operacionalização que garantam competitividade, lucratividade ( razão de ser de empresas ) , baixo custo de manutenção , uso de energia alternativa ( solar, eólica) , reciclagem de nutrientes , redução de consumo , mentalidade afinada com a natureza desde o engenheiro e proprietários até o corpo de colaboradores . Onde tudo flui para garantir a qualidade de excelência nos serviços de forma mais aproximada com os recursos naturais , onde a preferência não é chão batido e concretado , mas passadiços com madeira certificadas ou de florestamentos , para assegurar ao solo conservação de porosidade, absorção de água, fauna e flora , onde bangalôs e material renovável regional predominam e incentivam projetos de recuperação de áreas degradadas .
Oficinas , palestras , projeção de recursos visuais , atividades educacionais , gastronomia local, silêncio, atração para os pássaros , menor impacto possível nas águas, nos solos e nas florestas .
Na África , estas eco hospedagens são locadas nas savanas aproximando os hóspedes que pagam punhados de centenas de dólares pernoite, para acordar na madrugada em meio a arquitetura local , um tanto luxuosa , para aguçar a audição com um rugido de uma fêmea de leão faminta por gazelas ou gnus apreciando o melhor vinho do mundo em taças de cristal .Os colaboradores ? Africanos hospitaleiros , bilíngues e ainda guarda-parques!
Nas Ilhas Virgens Americanas, especificamente Saint John , que é um Parque Nacional , possui um dos mais sustentáveis lodges ( inglês quer dizer abrigo) , o Maho Bay Camp com Painel e forno solares , comida típica da ilha , apesar de um pouco americanizada , coleta seletiva, agricultura orgânica , computadores para estudar o custo benefício de todo o Camping em termos de água e energia elétrica . Reciclagem de esgoto e composteiras de adubo fazem parte do Plano Mestre . Toda a construção usa madeira industrialmente reciclada de Tetrapack , geladeiras a gás e chuveiros com controle para evitar desperdício de água . Isto tudo em frente ao mar cintilante do Caribe , um dos bons mares para mergulho autônomo , onde paredões de corais são visitados por golfinhos e tartarugas marinhas . Este lugar uni Descanso, Lazer e Educação , o fundamento dos ecoalojamentos !
É possível compartilhar tradição e tecnologias , desenvolvimento e sustentação a longo prazo. È só ver do ângulo que é possível realizar e fazer acordos com cadeias internacionais que se adequem a NOSSA REALIDADE BRASILEIRA( não nos aspectos que perturbam a sociedade, mas nos aspectos geográficos) . A realidade de nossa paisagem. Pensando nisso , lembrei do Canadá , pois na cidade de Quebéc , o MacDonalds só poderia criar sua filial se seguisse os padrões “ medievais de construção” . Senão , nada feito !
É assim que tem funcionado em Praia do Forte . A Instituição local – Fundação Garcia D´Ávila criada em 1981 vem monitorando e adequando A lei de Uso e Ocupação do Solo( iniciativa privada ) para regulamentar construções , onde cada coqueiro que realmente precisa ser retirado planta-se quatro para reintegrar paisagismo. Cada 50m2 de construção planta-se mais um coqueiro. As casas seguem um padrão sofisticado colonial . Plantas de restinga são obrigatórias sobre as areias dos lotes . Praia do Forte cresceu ! Sem sombra de dúvidas, mas ainda com muita sombra e água de coco, conservando muitas reservas ao redor da área planejada para crescimento .
Alguns princípios de Ocupação do Solo Sustentável
• Utilizar o que existe.
• Manter e salvar, não cortar e desintegrar a paisagem.
• Conservar a paisagem manejada .
• Preservar natureza e história.
• Casar beleza com utilidade.
• Enfatizar simplicidade e naturalismo
• A estrutura deverá estar compatível com a vida silvestre.
• A estrutura e funcionamento deverão não poluir. Evitar qualquer tipo de poluente, identificá-lo previamente , diagnosticá-lo, e , tratá-lo.
• Em região insular, não terá acesso a veículos. ( Belize, outro país da América Central – tem apenas carros de golfe circulando em pequenas Ilhas de corais )
• Evitar processos de erosão.
• Envolver uma restauração cultural e ambiental
IN LOCO
Se você for construir ou ocupar pense em seus netos e filhos ,
pense também em viver o presente , mas de forma sustentável.
Na Praia do Forte Procure a Fundação Garcia D´Ávila para saber maiores detalhes sobre a Lei de Uso e Ocupação de solo e diretrizes urbanísticas .
Procure o Centro de Recursos Ambientais da Bahia ( CRA ) para estar ciente das licenças ambientais ou CONDER (Companhia de Desenvolvimento Urbano) , pois se tratando de Área de Proteção Ambiental, existe uma legislação vigente que regulamenta qualquer tipo e tamanho de empreendimento .
Evite construir sem orientação legal .
Proteja os mananciais , evite desmatamentos e fogo
Conserve a paisagem e suas tradições culturais
Atenciosamente,
Carla Sabiá
Bióloga – Ecoturismo & Educação Ambiental
CRB18187/05
“É mais lucrativo trabalhar com e a favor da natureza do que contra ela”
auto desconhecido
Muito se tem visto novas e infinitas construções no Litoral Norte da Bahia , consequência do crescimento turístico.
A Costa dos Coqueiros , Área de Proteção Ambiental ( APA) desde 1992 , e atualmente resguardada na área marinha por outra APA , vem sendo ocupada por inúmeros condomínios, hotéis, Pousadas e todos os tipos de empreendimentos voltados ao impulso que os recursos naturais ainda protegidos, mas vulneráveis, têm atraído para região .
Sua geografia plana , uma estrada segura , em grande parte duplicada , a facilidade de acesso à capital Salvador tem feito ser o foco do Programa de Desenvolvimento Turístico ( PRODETUR) incentivando novos negócios hoteleiros nesta região que se não cuidarmos agora , estará fragilizada em 20 anos .
A hotelaria no mundo sempre se encantou em Megas projetos com prédios e edifícios simulando ao público algo parecido com as grandes cidades. Se no entanto criar turismo é criar diferenciais , por quê construir prédios em meio a vegetação litorânea , impactada há séculos pela ocupação portuguesa em 1500 e agora por novos empreendimentos em muitos casos não criteriosos?
Deveriam os investidores fazerem algumas perguntas : Será que teremos água suficiente para abastecer estas “ cidades turísticas construídas e planejadas” para atender 3000 leitos? Como nos sustentaremos a longo prazo se houver saturação do local devido a febre inicial de destinações turísticas? Seremos nós estes futuros fantasmas de concreto ? Qual é a taxa real de empregabilidade nos 12 meses do ano , sendo que no Brasil /Nordeste ainda o turismo é sazonal ?
Para se criar a diferença viriam como forma sustentável de construção para o Litoral Norte não mais mega prédios e sim ecolodges que na Língua Portuguesa significam Ecoalojamentos . Hospedar com natureza conservada!
Os Ecoalojamentos seriam Eco hospedagens ( Resorts e Pousadas ) voltados a uma economia no planejamento tanto de materiais a serem utilizados na construção , quanto materiais e procedimentos na operacionalização que garantam competitividade, lucratividade ( razão de ser de empresas ) , baixo custo de manutenção , uso de energia alternativa ( solar, eólica) , reciclagem de nutrientes , redução de consumo , mentalidade afinada com a natureza desde o engenheiro e proprietários até o corpo de colaboradores . Onde tudo flui para garantir a qualidade de excelência nos serviços de forma mais aproximada com os recursos naturais , onde a preferência não é chão batido e concretado , mas passadiços com madeira certificadas ou de florestamentos , para assegurar ao solo conservação de porosidade, absorção de água, fauna e flora , onde bangalôs e material renovável regional predominam e incentivam projetos de recuperação de áreas degradadas .
Oficinas , palestras , projeção de recursos visuais , atividades educacionais , gastronomia local, silêncio, atração para os pássaros , menor impacto possível nas águas, nos solos e nas florestas .
Na África , estas eco hospedagens são locadas nas savanas aproximando os hóspedes que pagam punhados de centenas de dólares pernoite, para acordar na madrugada em meio a arquitetura local , um tanto luxuosa , para aguçar a audição com um rugido de uma fêmea de leão faminta por gazelas ou gnus apreciando o melhor vinho do mundo em taças de cristal .Os colaboradores ? Africanos hospitaleiros , bilíngues e ainda guarda-parques!
Nas Ilhas Virgens Americanas, especificamente Saint John , que é um Parque Nacional , possui um dos mais sustentáveis lodges ( inglês quer dizer abrigo) , o Maho Bay Camp com Painel e forno solares , comida típica da ilha , apesar de um pouco americanizada , coleta seletiva, agricultura orgânica , computadores para estudar o custo benefício de todo o Camping em termos de água e energia elétrica . Reciclagem de esgoto e composteiras de adubo fazem parte do Plano Mestre . Toda a construção usa madeira industrialmente reciclada de Tetrapack , geladeiras a gás e chuveiros com controle para evitar desperdício de água . Isto tudo em frente ao mar cintilante do Caribe , um dos bons mares para mergulho autônomo , onde paredões de corais são visitados por golfinhos e tartarugas marinhas . Este lugar uni Descanso, Lazer e Educação , o fundamento dos ecoalojamentos !
É possível compartilhar tradição e tecnologias , desenvolvimento e sustentação a longo prazo. È só ver do ângulo que é possível realizar e fazer acordos com cadeias internacionais que se adequem a NOSSA REALIDADE BRASILEIRA( não nos aspectos que perturbam a sociedade, mas nos aspectos geográficos) . A realidade de nossa paisagem. Pensando nisso , lembrei do Canadá , pois na cidade de Quebéc , o MacDonalds só poderia criar sua filial se seguisse os padrões “ medievais de construção” . Senão , nada feito !
É assim que tem funcionado em Praia do Forte . A Instituição local – Fundação Garcia D´Ávila criada em 1981 vem monitorando e adequando A lei de Uso e Ocupação do Solo( iniciativa privada ) para regulamentar construções , onde cada coqueiro que realmente precisa ser retirado planta-se quatro para reintegrar paisagismo. Cada 50m2 de construção planta-se mais um coqueiro. As casas seguem um padrão sofisticado colonial . Plantas de restinga são obrigatórias sobre as areias dos lotes . Praia do Forte cresceu ! Sem sombra de dúvidas, mas ainda com muita sombra e água de coco, conservando muitas reservas ao redor da área planejada para crescimento .
Alguns princípios de Ocupação do Solo Sustentável
• Utilizar o que existe.
• Manter e salvar, não cortar e desintegrar a paisagem.
• Conservar a paisagem manejada .
• Preservar natureza e história.
• Casar beleza com utilidade.
• Enfatizar simplicidade e naturalismo
• A estrutura deverá estar compatível com a vida silvestre.
• A estrutura e funcionamento deverão não poluir. Evitar qualquer tipo de poluente, identificá-lo previamente , diagnosticá-lo, e , tratá-lo.
• Em região insular, não terá acesso a veículos. ( Belize, outro país da América Central – tem apenas carros de golfe circulando em pequenas Ilhas de corais )
• Evitar processos de erosão.
• Envolver uma restauração cultural e ambiental
IN LOCO
Se você for construir ou ocupar pense em seus netos e filhos ,
pense também em viver o presente , mas de forma sustentável.
Na Praia do Forte Procure a Fundação Garcia D´Ávila para saber maiores detalhes sobre a Lei de Uso e Ocupação de solo e diretrizes urbanísticas .
Procure o Centro de Recursos Ambientais da Bahia ( CRA ) para estar ciente das licenças ambientais ou CONDER (Companhia de Desenvolvimento Urbano) , pois se tratando de Área de Proteção Ambiental, existe uma legislação vigente que regulamenta qualquer tipo e tamanho de empreendimento .
Evite construir sem orientação legal .
Proteja os mananciais , evite desmatamentos e fogo
Conserve a paisagem e suas tradições culturais
Atenciosamente,
Carla Sabiá
Bióloga – Ecoturismo & Educação Ambiental
CRB18187/05
Ecoturismo
Praia do Forte, 17 de junho de 2003
Agenda 21 - Mais que 21 motivos para Salvar o Planeta
Que bom que a convicção humana chegou a uma conclusão : “Ainda estamos vivos , mas poluindo demais o Planeta , exaurindo todos os recursos naturais e acabando com as reservas para às futuras gerações .”
Este pressuposto fez reunir em 1992 no Rio de Janeiro , Brasil , uma cúpula de países preocupados com o futuro do Meio Ambiente e Desenvolvimento através da ONU – Organização das Nações Unidas . Nesta semana de 3 a 14 de junho decretaram o dia 5 como Dia Internacional do Meio Ambiente .
O time foi convocado em dezembro de 1989 através da Assembléia Geral das Nações Unidas reunindo 179 países para definir estratégias que revertessem , ou pelo menos diminuíssem , os impactos da degradação ambiental sem deixar de produzir ou desenvolver . O que foi proposto era : “Produzir mais Limpo Globalmente ”
A forma de praticar o desenvolvimento sustentável é acreditar em Termos de Cooperação entre países ( pense local também como cooperativas, associações, organizações não governamentais, comunidade, setores privado e público e escolas ) para adotar medidas de comércio compatível com o meio ambiente sabendo como produzir sem poluir , ou poluindo menos!
Bem mais que 21 atitudes a sociedade humana pode e deve realizar em conjunto como por exemplo :
combate a pobreza que é um aliado a preservação ambiental e busca vencer as desigualdades social e de renda .
Adotar um novo padrão de consumo , este sim , é preciso ser revisto na raiz , pois produzimos e consumimos muito e geramos tantos tipos diferentes de rejeitos e muitos deles sem tratamento adequado poluindo a nossa saúde, a de outros animais , a água, o solo e o ar
Devemos nos esforçar , dentro de casa , a melhorar o modo de consumo para uma forma mais econológica ( mistura de economia com ecologia) , reduzindo e reaproveitando.
É preciso apoiar projetos de desenvolvimento sustentável como a Campanha de 3Rs ( reduzir , reusar e reciclar ), ISO14001 também no Congresso , na Escola , na Empresa e na Universidade .
Existir políticas no controle da densidade demográfica junto a sustentabilidade. Como conseguir diminuir a mortalidade infantil e estimular o planejamento familiar conservando o ambiente ?
Sem saúde , não há uma população capaz de fazer crescer sua nação . A Agenda 21 propõe aos governos implementação de infra-estrutura básica além de medidas preventivas , fornecendo água potável e providenciando esgotamento sanitário às cidades , coleta de lixo , se possível seletiva !
Promover a sustentabilidade dos povos assentados , pequenos e grandes agricultores de forma a estimulá-los a produzir adubos orgânicos, minhocários, sementes certificadas, evitar agrotóxicos , reflorestar com mudas nativas , combater o desmatamento e a desertificação do solo , criar unidades de conservação , evitar o desperdício de água na irrigação, proteger os ecossistemas, promover agroflorestas, controle biológico, conservar nascentes , evitar erosão do solo, sustentar a diversidade biológica , administrar eticamente a biotecnologia
Salvaguardar os oceanos
Proteger as bacias hidrográficas
Administrar rejeitos tóxicos e radioativos
Buscar soluções para lixo sólido através de conscientização e gerenciamento
Equalizar as diferenças sociais entre homens e mulheres sendo que biologicamente são distintos
Viabilizar projetos sócio- ambientais através de fomentos financeiros , compensações dos impactos e porcentual do Produto Nacional Bruto .
O crucial da Agenda 21 está no capítulo 36, onde fala da Conscientização Ambiental , informação global , ou seja a Educação como carro chefe da sensibilização do ser humano para viver integral ao ambiente . Esta parte da Agenda nos conferi a urgente necessidade de remodelar os padrões educacionais para uma forma mais “natural” de viver , onde o aluno e professor fossem responsáveis não em preparar vestibulandos mas sim , cidadãos .
Temos que misturar estes ingredientes para fabricar um turismo que respeite de verdade o meio ambiente que não degrade a localização geográfica que lhes provê o desenvolvimento . Sem a “ localização conservada” não se tem turismo .
A Agenda 21 pode ser implementada em todos os municípios turísticos criando medidas nas áreas de energia, água, ecoeficência, certificação, saneamento, desenvolvimento rural e gestão participativa .
In loco
“ Municípios como Itaparica, da Costa do Descobrimento , do Extremo Sul , Itabuna, Itapé, Itajimorim, Curaçá, Aiquara, Jacobina , além da Agenda Estadual estão organizando suas Agendas 21 no Estado da Bahia .
Agenda 21 é um processo de planejamento estratégico que visa atingir o desenvolvimento sustentável , é um instrumento que pode ser utilizado por pelo governo seja ele nacional, estadual ou municipal e mesmo em empresas e instituições e que aborde os aspectos econômicos, sociais e ambientais.”
A costa dos coqueiros ganhou uma nova APA :
A APA da Plataforma Continental do Litoral Norte da Bahia visa proteger as águas salobras e salinas, disciplinar a utilização das águas e seus recursos, combater a pesca predatória pelo incentivo ao uso de técnicas adequadas à atividade pesqueira, proteger a biodiversidade marinha, proteger o desenvolvimento de atividades econômicas compatíveis com o Limite Aceitável de Câmbio de Ecossistema (LAC) e buscar uma melhoria constante da qualidade de vida das comunidades que usufruem a área.
Nossa próxima troca vai falar como ser uma hospedagem ecologicamente correta .
Agenda 21 - Mais que 21 motivos para Salvar o Planeta
Que bom que a convicção humana chegou a uma conclusão : “Ainda estamos vivos , mas poluindo demais o Planeta , exaurindo todos os recursos naturais e acabando com as reservas para às futuras gerações .”
Este pressuposto fez reunir em 1992 no Rio de Janeiro , Brasil , uma cúpula de países preocupados com o futuro do Meio Ambiente e Desenvolvimento através da ONU – Organização das Nações Unidas . Nesta semana de 3 a 14 de junho decretaram o dia 5 como Dia Internacional do Meio Ambiente .
O time foi convocado em dezembro de 1989 através da Assembléia Geral das Nações Unidas reunindo 179 países para definir estratégias que revertessem , ou pelo menos diminuíssem , os impactos da degradação ambiental sem deixar de produzir ou desenvolver . O que foi proposto era : “Produzir mais Limpo Globalmente ”
A forma de praticar o desenvolvimento sustentável é acreditar em Termos de Cooperação entre países ( pense local também como cooperativas, associações, organizações não governamentais, comunidade, setores privado e público e escolas ) para adotar medidas de comércio compatível com o meio ambiente sabendo como produzir sem poluir , ou poluindo menos!
Bem mais que 21 atitudes a sociedade humana pode e deve realizar em conjunto como por exemplo :
combate a pobreza que é um aliado a preservação ambiental e busca vencer as desigualdades social e de renda .
Adotar um novo padrão de consumo , este sim , é preciso ser revisto na raiz , pois produzimos e consumimos muito e geramos tantos tipos diferentes de rejeitos e muitos deles sem tratamento adequado poluindo a nossa saúde, a de outros animais , a água, o solo e o ar
Devemos nos esforçar , dentro de casa , a melhorar o modo de consumo para uma forma mais econológica ( mistura de economia com ecologia) , reduzindo e reaproveitando.
É preciso apoiar projetos de desenvolvimento sustentável como a Campanha de 3Rs ( reduzir , reusar e reciclar ), ISO14001 também no Congresso , na Escola , na Empresa e na Universidade .
Existir políticas no controle da densidade demográfica junto a sustentabilidade. Como conseguir diminuir a mortalidade infantil e estimular o planejamento familiar conservando o ambiente ?
Sem saúde , não há uma população capaz de fazer crescer sua nação . A Agenda 21 propõe aos governos implementação de infra-estrutura básica além de medidas preventivas , fornecendo água potável e providenciando esgotamento sanitário às cidades , coleta de lixo , se possível seletiva !
Promover a sustentabilidade dos povos assentados , pequenos e grandes agricultores de forma a estimulá-los a produzir adubos orgânicos, minhocários, sementes certificadas, evitar agrotóxicos , reflorestar com mudas nativas , combater o desmatamento e a desertificação do solo , criar unidades de conservação , evitar o desperdício de água na irrigação, proteger os ecossistemas, promover agroflorestas, controle biológico, conservar nascentes , evitar erosão do solo, sustentar a diversidade biológica , administrar eticamente a biotecnologia
Salvaguardar os oceanos
Proteger as bacias hidrográficas
Administrar rejeitos tóxicos e radioativos
Buscar soluções para lixo sólido através de conscientização e gerenciamento
Equalizar as diferenças sociais entre homens e mulheres sendo que biologicamente são distintos
Viabilizar projetos sócio- ambientais através de fomentos financeiros , compensações dos impactos e porcentual do Produto Nacional Bruto .
O crucial da Agenda 21 está no capítulo 36, onde fala da Conscientização Ambiental , informação global , ou seja a Educação como carro chefe da sensibilização do ser humano para viver integral ao ambiente . Esta parte da Agenda nos conferi a urgente necessidade de remodelar os padrões educacionais para uma forma mais “natural” de viver , onde o aluno e professor fossem responsáveis não em preparar vestibulandos mas sim , cidadãos .
Temos que misturar estes ingredientes para fabricar um turismo que respeite de verdade o meio ambiente que não degrade a localização geográfica que lhes provê o desenvolvimento . Sem a “ localização conservada” não se tem turismo .
A Agenda 21 pode ser implementada em todos os municípios turísticos criando medidas nas áreas de energia, água, ecoeficência, certificação, saneamento, desenvolvimento rural e gestão participativa .
In loco
“ Municípios como Itaparica, da Costa do Descobrimento , do Extremo Sul , Itabuna, Itapé, Itajimorim, Curaçá, Aiquara, Jacobina , além da Agenda Estadual estão organizando suas Agendas 21 no Estado da Bahia .
Agenda 21 é um processo de planejamento estratégico que visa atingir o desenvolvimento sustentável , é um instrumento que pode ser utilizado por pelo governo seja ele nacional, estadual ou municipal e mesmo em empresas e instituições e que aborde os aspectos econômicos, sociais e ambientais.”
A costa dos coqueiros ganhou uma nova APA :
A APA da Plataforma Continental do Litoral Norte da Bahia visa proteger as águas salobras e salinas, disciplinar a utilização das águas e seus recursos, combater a pesca predatória pelo incentivo ao uso de técnicas adequadas à atividade pesqueira, proteger a biodiversidade marinha, proteger o desenvolvimento de atividades econômicas compatíveis com o Limite Aceitável de Câmbio de Ecossistema (LAC) e buscar uma melhoria constante da qualidade de vida das comunidades que usufruem a área.
Nossa próxima troca vai falar como ser uma hospedagem ecologicamente correta .
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
cambaleante-poesia
Cambaleante
Bale ante cambada
Cambante balearte no antes e depois
Barbante cambado Camboja
Baleando-no campo , no escambo
Cambo caimbro com cam
Como antes como depois
Com contato com istmo com...
Instinto com cancan com canto conto encanto
Entrare encantado com contas e cambos nos descambos
Descambados cambaleantes
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Cambante balearte no antes e depois
Barbante cambado Camboja
Baleando-no campo , no escambo
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