Avaliação de Impactos Ambientais e Complexidade Ambiental
Segundo Berenice Gehlen Adams a reciclagem do lixo – muito mais que uma solução.
Reciclar é economizar energia, poupar recursos naturais e trazer de volta ao ciclo produtivo o que jogamos fora. A palavra reciclagem foi introduzida ao vocabulário internacional no final da década de 80, quando foi constatado que as fontes de petróleo e outras matérias-primas não renováveis estão se esgotando. Mesmo assim, o assunto parece não interessar grande parte da população, o que é lamentável.
Os perigos da comodidade
A praticidade da vida moderna provoca a insensatez do uso indiscriminado dos recursos naturais. Materiais que a natureza leva centenas ou milhares de anos para produzir,são transformados em produtos que são utilizados por muito pouco tempo e depois são desprezados, indo parar em praias, parques, ruas ou aterros sanitários. Lá permanecerão por décadas ou mesmo séculos até se decomporem.
Um exemplo disto são os pratos, copos, garrafas, talheres e fraldas descartáveis. Em 1989, numa limpeza das praias (EUA) foram recolhidos 170.805 talheres de plástico. 100 mil mamíferos marinhos morrem por ano ao comer ou se emaranhar em detritos de plástico. Uma simples fralda descartável leva no mínimo 3 anos para se decompor naturalmente. Segundo pesquisa desenvolvida em 1988, nos Estados Unidos, 414 toneladas de fraldas descartáveis sujas foram jogadas fora por hora. Cerca de 60% de uma fralda descartável são feitos de polpa de madeira. Estes dados são, no mínimo, alarmantes.
Muitas pessoas vêem com maus olhos os movimentos de ecologistas e ambientalistas e dizem-se cansadas de ouvirem os discursos por eles proferidos, considerando-os baderneiros, críticos repetitivos ou escandalosos, porém, frente a tantos desastres ambientais ocorridos nas últimas décadas, e à falta de conscientização, é chegada a hora de refletir e valorizar o árduo trabalho destes "guerreiros ambientais". Eles estão aí , em toda parte, para alertarem a população de que se não houver uma mudança de postura frente aos costumes desenvolvidos pela vida moderna, em pouco tempo ocorrerá um colapso ambiental.
Segundo a Global Garbage Local Beach o LIXO DE NAVIO é tem grande importância para população e áreas costeiras
Num navio você tem tipos diferentes de lixo:
a) Taifa - é o lixo de consumo de bordo
Exemplos - restos de comida, papéis, plásticos etc...
b) Lixo de Casa de Máquina - trapos e estopas embebidas em óleo
c) Sucatas - Materiais inservíveis devido quebra, desgastes, corrosões etc....Chamado corriqueiramente de scraps
d) Resíduos de Óleos- São óleos provenientes de filtragem do óleo novo utilizado no motor principal
Cada resíduo desses é passível de uma licença do órgão ambiental do estado em que ele for retirado
Cada estado possuiu uma legislação própria
Como funciona - Vamos falar do lixo de taifa e lixo de casa de Máquinas
Com sua empresa legalizada e no objeto do contrato social especificando que o resíduo faz parte de suas funções, dá-se entrada ao órgão ambiental de uma licença de retirada desses resíduos. Como eu lhe disse em cada estado você vai encontrar um legislação. Para isso você deve se dirigir ao órgão competente e verificar quais são as exigências estaduais para determinado resíduo.
Por exemplo: em São Paulo você tem que solicitar a uma empresa de incineração a autorização para a queima de resíduos. Essa empresa será vistoriada pela CETESB que verificando que a empresa de incineração está de acordo com as exigências, emitirá um documento chamado CADRI , para que voce possa fazer a retirada do resíduo e posterior encaminhamento
De posse desse documento você se dirige a ALFÂNDEGA ( órgão que vai lhe permitir entrada aos navios) e se cadastra, buscando também a documentação necessária para entrar nos navios.
Para entrar no navio voce tem que receber uma autorização da AGENCIA ao qual o navio está subordinado
Prepara um documento (chamado petição) declarando que vai fazer a retirada de lixo de um determinado navio, nesse documento especifica os funcionários e o transporte utilizado ( baú fechado). Pega uma autorização na Agência e em seguida se dirige a Alfândega
Recebendo da alfândega a autorização para entrada, dirige-se ao navio e faz a retirada ( a parte comercial você pode definir com a agência ou com o comandante do navio)
Pesa o caminhão antes e depois da operação, entrega o resíduo na empresa determinada pelo órgão ambiental e em seguida envia uma prestação de contas a alfândega pelo material retirado, apresentando o certificado de queima desse resíduo
Parece uma coisa complicada, mas não é. Passa a ser simples com algumas operações realizadas
Para os outros resíduos o procedimento é praticamente o mesmo
É BOM LEMBRAR, O LIXO DE NAVIO É UM IMPORTANTE VETOR DE DOENÇAS...MUITO CUIDADO POIS ESTAMOS TRABALHANDO COM PESSOAS QUE VEM DOS MAIS DIVERSOS PAÍSES E COM AS MAIS DIVERSAS SITUAÇÕES SANITÁRIAS
Área /Vertente
Educação Ambiental/ Complexidade Ambiental/Pedagogia Ambiental
Problema
Qual a contribuição da complexidade ambiental na formação de professores de ensino superior?
Como seria a reorientação da educação para formação de consciências ambientais através das complexas relações entre processos naturais e sociais?
Como capacitar professores a reorientar ao pensamento ambiental?
Qual a contribuição da complexidade ambiental , considerando a mudança do pensamento fragmentado para pensamento complexo na formação dos professores do ensino superior?
Palavras Chaves
Complexidade, transdisciplinaridade, ambiental, consciência ambiental, conservação ambiental, metodologia, pedagogia ambiental, saberes . Lógica, dialogicidade,compreensão, reflexão, grau de problematização, análise crítica.
Objetivos
Capacitar comunidade líderes e professores para o pensar complexo ambiental
Promover o desenvolvimento da consciência ambiental
Reorientar o pensamento ambiental no processo educacional
Repensar a pedagogia ambiental de um ângulo complexo do saber
Transformar a educação em algo mais mutável
Forma pessoal de avaliar acontecimentos
Alternativas para resolver problemas
Forma de desenvolver diferentes capacidades e habilidades
É uma forma que dá mais trabalho
É uma forma de dificultar
Desenvolver mais senso orgânico social que é igual a cidadania.
Desenvolver uma consciência crítica em sala de aula elaborando análise de impacto ambiental .
Justificativa
Contribuir para análise do modo de pensar fragmentado que não vem contribuindo para conservação dos recursos naturais. Partindo deste pressuposto se faz necessário a reflexão dialógica do pensar complexo , sua expansão social e sua interligação com a práxis nas escolas no aplicar pedagógico. Relacionando as diferentes áreas imaginárias do saber , o estudo vem colaborar com a formação racional de um novo pensamento moderno , onde todas as ações dos interlocutores estejam preocupados nas interelações das diversas disciplinas , fazendo da educação ambiental um vetor para desenvolvimento racional. Então como é a lógica ambiental , uma dialogicidade ambiental, refletir sobre meio ambiente, criar um grau de problematização, compreensão e análise crítica?
O que a complexidade faz:
Geração de dúvidas que te leva a uma análise crítica
Exige senso prático que pode alterar uma teoria
Questiona teorias e elabora outras teorias
Cria perspectivas de melhorias e ás vezes de confusão
Te leva a novos significados , faz sentir e pensar e recriar
Analisar e refletir constante , é para parar para pensar, é literalmente dar surtos nos miolos
Forma de pensar mais instigante e intrigante
Forma de conscientizar-se da realidade criando cenários
Há delírios sim mas que organizados em uma seqüência lógica
Liberdade de pensamento
Reorganização constante
Mudanças de ponto de vista
Pode se transformar em uma prática habitual
Pensar em algo complexo é dar início a uma série de desencadeamentos e criações de elos significativos onde vamos perceber que sociedade e natureza são indissociáveis
Valoriza a pluralidade , diversidade cultural e de biodiversidade
Ajuda a aprender a pensar e raciocinar
Auxilia no desenvolvimento pragmático de pesquisas
Desperta para construção do saber em diversas escalas e planos espiritual,filosófico, mental, biológico e social. , formando um plano cultural
Então acaba entendendo também que para praticar ações na natureza é necessário entender a dinâmica complexa de projetos estratégicos que são úteis em qualquer elaboração de projetos na Educação Ambiental e outras áreas. Caracterizando a Educação Ambiental como um todo , não discernindo se ela é formal ou informal , é como se a EA estivesse intrínseca no ser humano , e não ser algo que se conversa só se tiver argumentos.
Sugestão é juntar formas de fazer diferentes através dos pensares diferentes
Para entender o complexo é preciso simplificar?
Reduzir em partes, entender que tudo pode ser variável e que tudo de reconstrói?
Quando se fala em tudo que se reconstrói valores que convivam harmonicamente com a natureza . Reconstrói ambientes quando se fala em recuperar.
A facilidade de se entender uma teoria é quando ela for praticada.
Criar multirreferencilaidades
A teoria aborrece?
A prática causa ou cansa?
O diálogo anima ou costura?
Complexidade é algo móvel, em movimento
A complexidade agrega valores ou é por si só uma agregação? Uma rede? Uma ligação/ Uma teia ?
Qual o contrário de complexidade?
Abstração?
Coisificação?
Antinomias ( não comunicantes)
Simplificação
Dissocialização ( deshistorificação/despolitização)
A complexidade valoriza a singularidade e valoriza as diferenças
A totalidade não é uma verdade. (Adônio)
Então o que é uma verdade?
Mas quem disse que a complexidade é uma totalidade afinal o átomo não seria construído em partes ( e/n/p)
È bom não se contentar que um total exista. Há sempre o que se discutir, o que pode levar à abstração que acaba sendo contra pp. Complexidade.
O estudo da complexidade quer buscar linhas de ações que possibilitem criar ou tomar decisões
Permanência da mudança
Sociedade aprendente
Educação constante ( fazeres/perceberes/praticares/aconteceres/transformares)
Complexidade do desenvolvimento sustentável é atingir 3 objetivos quanto ao perfil sócio-econômico ambiental:
Justo/produtivo/Saudável.
Complexidade é uma síntese de polaridade ou uma palavra que ajuda a resumir o que é complicado , normalmente as pessoas falam que complexo é complicado , não é uma palavra definitiva
È uma paleta de cores de prismas, variáveis heterogenia.
È uma distorção ou uma organização de matizes.
Decorar significa colocar no coração portanto
“ Não decore, mas colóquio no coração “ . Carla 10/12/04
Ambientalismo / ativismo/associatisvismo/comportamentalista
Acredita em :
Experiência como forma de vivência para adquirir conhecimento ( empirista)
Formação de hábitos de comportamento
Desenvolvimento aprendizagem ocorreu simultaneamente
Tornar a educação de caráter mais comunitário
Inata/hereditária/genotípica
Conhecer para respeitar – Trlhas Interpretativas na natureza
Atenção ( aos sinais e significados)
Concentração ( para perceber)
Esforço ( cinestesia/pensamento crítico)
Disciplina ( andar em grupo)
Garantias de apreensão do conhecimento ( vivenciar, experineciar, criar a proximidade com a natureza , nascendo o respeito e melhorando , despertando a noção de preservação ambiental
Missão : transgride, emite,transmissão , transforma
Ser singular --------------------------------------diferença---------------------------------------ser plural
Singularidade Pluralidade
Indivíduo
Espécie
Características individuais
Genética
Crenças e valores
Hábito e costume Comunidade
Conjunto de espécies
Características grupais
Fenotípica
Cultural
Referencial Teórico
Paulo Freire que o profissional deve ampliar seus conhecimentos , do modo de estar sendo no mundo adquirindo uma visão crítica da realidade ao invés da visão ingênua.
Leff fala que a inter relação de conceitos , a hermenêutica do saber ambiental, se torna uma realidade de significações . Isto ajuda a construir um mundo mais aberto às diferenças da apresentação dos planos social e cultural. Isto mostra que a ética democrática elucida um respeito pela diversidade. Faz levantar um processo de auto-reflexão para diálogo do contexto da interculturalidade, a qual implica a construção do indíviduo diante da complexidade do saber.
Leff aponta que mesmo a população mobilizada pelas conferências mundiais estarem abertas a consciência ambiental, ainda se faz necessário refletir sobre como se aplica a pedagogia ambiental.
Paulo Freire A sociedade alienada não tem consciência de seu próprio existir. Um profissional alienado é um ser inautêntico. Partindo desta idéia podemos pensar que se o ser humano não tem consciência de si próprio ele não poderia alcançar ao pensamento complexo que invoca pensar em todos para todos, por todos, em todos.
Elba Diniz da Universidade Metodista de Piracicaba acredita que a pedagogia da complexidade tem objetivo de mudar as atitudes frente aos problemas ambientais contemporâneos. Ela ainda fala sobre a necessidade do mudar de pensamento fragmentado para uma forma mais complexa para observar a múltiplas interações do meio ambiente.
Maurice Holt ( Emeritus Professor of Education at the University of Colorado) fala que a educação deve “ equipar” a criança para sociedade complexa, através de uma pensamento sitêmico, estratégico, desenvolvimento de um processo decisório e criatividade radical . Cita Aristóteles que fala que diferentes tipos de problemas precisa de diferentes métodos de solução.
Metodologia
Analisar projetos ambientais na área de Educação Ambiental
O que é complexidade e se há como medir?
Para entender o complexo é preciso simplificar?
Reduzir em partes, entender que tudo pode ser variável e que tudo de reconstrói?
Metodologia de Ensino
Desenvolver um Brain Storm sobre poluição
Identificar a problemática no formulário específico em equipe
Distribuir os temas levantados no Brain Storm para cada equipe
Discussão das soluções e ações para minimizar os impactos
Plotar um gráfico da análise elaborada
Formulário
Tipo Causa Efeito Sugestões
Soluções
em equipe Sugestões
Ações preventivas Avaliação
Soluções paliativas Avaliação
Ações
preventivas
Avaliação
Os critérios analisados são : quantidade de soluções e ações de acordo com o comportamento ambiental ( econológico= ecologia+economia) sugerido, considerando que todo impacto tem custos e benefícios . O critério é para avaliar o aproveitamento da discussão em termos de solução como aspecto paliativo, e ações como aspecto preventivo .
Critério - medir a solução paliativa – o que temos para recuperar?
Meta = quantidade de solução por impacto ( ideal é quantificar a meta
Número de soluções para cada impacto Aferição quanto ao
Comportamento Ambiental
01 solução Pouco crítico
02 soluções Crítico
03 soluções Médio crítico
04 soluções Muito crítico
05 soluções ou mais crítico aguçado
Quanto mais soluções para cada problema, mais viabilidade de acabar com a poluição
Critério medir ação preventiva – que pressupõe uma atitude de prever o impacto . O que pode der evitado ?
Meta = quantidade de ações preventivas
Número de ações preventivas Comportamento Ambiental
01 ação passiva
02 ações Pouco ativo
03 ações ativo
04 ações Médio ativo
05 ações ou mais Muito ativo
Por exemplo: Tema Resíduos Sólidos
Paliativa (despesas ambientais)
Recolher o lixo
Aumentar a varrição
Melhorar qualidade dos sacos plásticos
Ter mais horários de coleta
Ter mais contentores
Preventiva (receitas ambientais)
Incentivar a coleta seletiva
Campanhas educativas
Incentivar a reciclage
AFERIÇÃO
Verificar quantas metas foram alcançadas em termos de propor soluções e promover ações preventivas.
Ex.: 5 propostas de soluções para resolver o problema = crítico aguçado
3 ações preventivas = pessoa ativa
Considerações Críticas
A complexidade transforma o pensar pedagógico. Mistura-se teores de diferentes saberes e disciplinas. Transforma-se o pensar. O indivíduo transforma o social. A sociedade transformada adota novos comportamentos e fazeres. E a prática está em somar conteúdos diferentes dispostos em uma didática coerente e criando elos dos diferentes organismos com todas suas características sociais, humanas, culturais e ambientais.
A complexidade é um torvelinho de ações e acontecimentos. A idéia é a iluminação do saber.
A forma complexa de pensar é uma constante. Analisando é uma conjugação de acontecimentos e de conhecimentos. O encontro do nunca e do sempre , do tudo e o nada, não são separados. Idéias e questões, vida e conhecer.
Recursos
Não entendi .
Referências
LEFF,E. A Complexidade Ambiental. Editora Cortez/Edifurb. 2003. 324.
SANT´ANNA , I. M. Por que avaliar ? Como avaliar? Critérios e instrumentos . Editora vozes. 9a edição. Petrópolis, RJ. 2002. 133.
FERREIRA , A.C. de S . Contabilidade Ambiental . Uma informação para Desenvolvimento Sustentável . Editora Atlas. São Paulo . 2003. 138.
MAIA, N. B. ; MARTOS. H. L. ; BARRELLA W. Indicadores ambientais – conceitos e aplicações. Editora PUC – SP . São Paulo . 2001. 285.
DINIZ,E.M; CARNEIRO T. GUIOMAR,M. A pedagogia da complexidade e o ensino de conteúdos atitudinais da Educação Ambiental. Ensenaza de las ciências.Número Extra. VIII Congreso. 2005
HOLT,M. The nature and purpose of education. www.ecoliteracy.org/publications/rsl/maurice-holt/html.
Características inatas ( hereditárias ou genotípicas) Experiência e vivência para adquirir conhecimento Desenvolvimento e aprendizagem ocorrem simultaneamente Tornar a educação de caráter mais comunitário Elos significativos, onde percebemos que sociedade e natureza são indissociáveis Valoriza a pluralidade cultural e biodiversidade
quarta-feira, 2 de março de 2011
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Saúde ambiental ETHOS
Rio sediará Fórum Global pela Sustentabilidade a partir de 2011
janeiro 6th, 2011 por priscilla Leave a reply » .A partir de 2011, o Estado do Rio de Janeiro irá sediar o Fórum Global pela Sustentabilidade. O encontro tem o propósito de reunir anualmente líderes empresariais, sociais, ambientais, culturais, acadêmicos e governamentais de diversos países para dialogar, assumir compromissos, articular acordos, divulgar boas práticas e soluções exemplares voltadas para o desenvolvimento sustentável.
Em outubro do ano passado, o Rio de Janeiro sediou um evento entre personalidades e representantes de empresas e da sociedade civil no intuito de traçar diretrizes para o Fórum. A criação do Fórum Global pela Sustentabilidade tem sido bem recebida por diversas lideranças de organizações internacionais consultadas. Tais lideranças concordam que o Fórum poderá ser uma forma eficaz de articular o encontro permanente entre pessoas e organizações comprometidas com o aprofundamento das discussões sobre sustentabilidade, bem como promover estratégias que estimulem sociedade e governos a adotar prioridades, práticas, políticas e comportamentos que promovam o desenvolvimento sustentável.
A governança do Fórum será definida no momento de sua criação, em 2011 e deverá ser composta por organizações e empresas com atuação internacional, comprometidas com o desenvolvimento sustentável.Como primeira tarefa, o Fórum Global pela Sustentabilidade buscará fortalecer a Rio+20, visando influenciar sua agenda e resultados. É por isso que será criado durante a Conferência Internacional de Lideres, em 2011, de modo a dispor de tempo hábil para planejar e executar as ações necessárias para influenciar a Conferência da ONU.
Fonte: Instituto Ethos
•Previous Entry: Responsabilidade Ambiental: descarte correto de lâmpadas
janeiro 6th, 2011 por priscilla Leave a reply » .A partir de 2011, o Estado do Rio de Janeiro irá sediar o Fórum Global pela Sustentabilidade. O encontro tem o propósito de reunir anualmente líderes empresariais, sociais, ambientais, culturais, acadêmicos e governamentais de diversos países para dialogar, assumir compromissos, articular acordos, divulgar boas práticas e soluções exemplares voltadas para o desenvolvimento sustentável.
Em outubro do ano passado, o Rio de Janeiro sediou um evento entre personalidades e representantes de empresas e da sociedade civil no intuito de traçar diretrizes para o Fórum. A criação do Fórum Global pela Sustentabilidade tem sido bem recebida por diversas lideranças de organizações internacionais consultadas. Tais lideranças concordam que o Fórum poderá ser uma forma eficaz de articular o encontro permanente entre pessoas e organizações comprometidas com o aprofundamento das discussões sobre sustentabilidade, bem como promover estratégias que estimulem sociedade e governos a adotar prioridades, práticas, políticas e comportamentos que promovam o desenvolvimento sustentável.
A governança do Fórum será definida no momento de sua criação, em 2011 e deverá ser composta por organizações e empresas com atuação internacional, comprometidas com o desenvolvimento sustentável.Como primeira tarefa, o Fórum Global pela Sustentabilidade buscará fortalecer a Rio+20, visando influenciar sua agenda e resultados. É por isso que será criado durante a Conferência Internacional de Lideres, em 2011, de modo a dispor de tempo hábil para planejar e executar as ações necessárias para influenciar a Conferência da ONU.
Fonte: Instituto Ethos
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Ethos e sustentabilidade Governo gestão Dilma
Sustentabilidade: o que esperar para 2011?
Na última temporada de 2010, importantes políticas e projetos nacionais com ênfase no desenvolvimento sustentável foram firmados. A pergunta que fica é: o que podemos esperar para o ano que se inicia?
Na tentativa de responder a essa questão, o portal do Instituto EcoDesenvolvimento listou alguns dos principais desafios e projetos do país que deverão entrar em vigor em 2011. Veja a seguir.
Desafios socioambientais do Brasil
O Brasil já começou 2011 sob o comando de Dilma Rousseff, a primeira mulher eleita presidente da República no país. Ela herdou uma economia consolidada e em franco crescimento, mas terá muito trabalho para alavancar o desenvolvimento sustentável do país, sobretudo em áreas como meio ambiente, educação e saúde. A erradicação da pobreza extrema é uma das principais metas da próxima gestão.
Segundo a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, o Brasil tem cinco grandes desafios ambientais: a conservação da biodiversidade, a questão climática, as emergências ambientais (desastres), os resíduos sólidos e a reforma do Código Florestal.
Política Nacional de Resíduos Sólidos
Sancionada em agosto de 2010, depois de 21 anos de tramitação no Congresso Nacional, a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) institui no país um marco regulatório na área. A lei faz a distinção entre resíduo (lixo que pode ser reaproveitado ou reciclado) e rejeito (o que não é passível de reaproveitamento).
De acordo com as novas regras, os envolvidos na cadeia de comercialização dos produtos, desde a indústria até as lojas, deverão estabelecer um consenso sobre as responsabilidades de cada parte.
As empresas terão até o final de 2011 para apresentar propostas de acordo. Quem perder o prazo ficará sujeito à regulamentação federal. Atualmente, a logística reversa já funciona com pilhas, pneus e embalagens de agrotóxicos. Mas é pouco praticada pelo setor de eletroeletrônicos, que foi um dos que mais contestaram tal ponto do projeto.
Plano de Produção e Consumo Sustentáveis
Uma das principais iniciativas que podem virar realidade é o Plano de Produção e Consumo Sustentáveis (PPCS), proposto pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) com o objetivo de fazer com que o consumo consciente deixe de ser visto como alternativo e passe de segmento de mercado a regra geral.
No primeiro ciclo de trabalhos, com duração de três anos (de 2011 a 2013), o plano conta com seis eixos principais:
• Agenda ambiental na administração pública (A3P);
• Aumento da reciclagem de resíduos sólidos;
• Compras públicas sustentáveis;
• Construções sustentáveis;
• Educação para o consumo sustentável; e
• Varejo e consumo sustentáveis.
Fundo Clima
O Fundo Nacional de Mudanças do Clima, também conhecido como Fundo Clima, contará com R$ 300 milhões para investimentos em ações de mitigação e adaptação aos efeitos das mudanças climáticas em 2011. Financiado com recursos da exploração de petróleo, o mecanismo deverá ser fundamental para inserir o país em uma economia de baixo carbono
PP Cerrado
A principal medida do Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento e das Queimadas no Cerrado (PPCerrado), anunciado em setembro de 2010 pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), prevê a criação de 25 mil km² de novas áreas de preservação ambiental (o equivalente a 17 vezes a área da cidade de São Paulo) nos próximos dez anos, com o objetivo de reduzir em 40% o ritmo de corte da vegetação nativa do bioma até 2020.
O PPCerrado pretende que o ritmo de devastação caia pelo menos para 8,7 mil km² anuais em uma década e também prevê a demarcação de 55 mil km² de terras indígenas. Os planos do governo estimam investimentos de R$ 340 milhões do orçamento federal para colher resultados até 2020, como a redução em 40% das emissões de gases que ampliam o efeito estufa e aquecem o planeta a partir da degradação do Cerrado.
RETP
O Ministério do Meio Ambiente (MMA) disponibilizará, a partir de 2011, o Registro de Emissão e Transferência de Poluente (RETP), um sistema na internet que divulgará dados sobre as substâncias poluidoras do ar, da água, do solo e o destino de resíduos sólidos gerados pela indústria.
Além da quantidade de emissão de aproximadamente 200 substâncias (líquidas, gasosas e sólidas) consideradas nocivas à saúde e ao meio ambiente, o portal também divulgará a destinação desses resíduos. O principal objetivo da proposta é elaborar um inventário nacional das substâncias, a partir do qual poderão ser elaboradas pesquisas acadêmicas e políticas públicas para a área.
Diesel menos poluente
Com um orçamento de US$ 1 bilhão (R$ 2,8 bilhões), a construção das novas instalações de produção do diesel S-10 (10 partes de enxofre por milhão) tem previsão para começar em 2011. A instalação abrangerá 55 mil m² de área em um terreno da Petrobras na região leste do complexo de Cubatão (SP). A produção deverá ficar em torno de 500 mil m3, conforme projeção inicial.
Uma resolução de 2008 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) prevê a distribuição desse combustível em todo o Brasil a partir de 2012. O diesel S-10 tem 80% menos enxofre do que o diesel S-50, que é fornecido hoje às frotas de ônibus das cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Fortaleza, Belém e outras capitais, e 98% menos enxofre do que o diesel fornecido a algumas regiões metropolitanas do resto do país (de 500 ppm). Nas cidades do interior, vigora o diesel com 1.800 ppm.
Fórum Global pela Sustentabilidade
A cidade do Rio de Janeiro sediará, a partir de 2011, o Fórum Global pela Sustentabilidade, encontro cujo propósito é reunir anualmente líderes empresariais, sociais, ambientais, culturais, acadêmicos e governamentais de diversos países para dialogar, assumir compromissos, articular acordos e divulgar práticas e soluções exemplares voltadas para o desenvolvimento sustentável. O Instituto Ethos é uma das 13 entidades responsáveis pela organização do evento.
Em 2012, o encontro será realizado um pouco antes da Conferência Internacional das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, que lembrará os 20 anos da Eco-92.
Inventário Florestal Nacional
Lançado em dezembro pelo Ministério do Meio Ambiente, em parceria com o Serviço Florestal, o Inventário Florestal Nacional vai monitorar a qualidade e a quantidade de florestas em todo o país, por meio de dados atualizados que serão utilizados na elaboração de políticas públicas de uso e conservação desses recursos naturais.
Futuro do Protocolo de Kyoto
A 17ª. Conferência das Partes das Nações Unidas sobre o Clima (COP 17) será realizada ao final de 2011 na cidade de Durban, na África do Sul. A cúpula climática promovida pela ONU será fundamental para decidir o futuro do Protocolo de Kyoto, que vai expirar em 2012.
Duas alternativas são possíveis: prolongar o tratado por mais alguns anos, levando-se em conta que os países ricos não têm cumprido suas metas de redução dos gases de efeito estufa (e a temperatura mundial segue aumentando), ou estabelecer um novo acordo com peso de lei internacional, excluindo-se assim o documento assinado em 1997 na cidade japonesa.
Pela redação do portal do Instituto EcoDesenvolvimento
Na última temporada de 2010, importantes políticas e projetos nacionais com ênfase no desenvolvimento sustentável foram firmados. A pergunta que fica é: o que podemos esperar para o ano que se inicia?
Na tentativa de responder a essa questão, o portal do Instituto EcoDesenvolvimento listou alguns dos principais desafios e projetos do país que deverão entrar em vigor em 2011. Veja a seguir.
Desafios socioambientais do Brasil
O Brasil já começou 2011 sob o comando de Dilma Rousseff, a primeira mulher eleita presidente da República no país. Ela herdou uma economia consolidada e em franco crescimento, mas terá muito trabalho para alavancar o desenvolvimento sustentável do país, sobretudo em áreas como meio ambiente, educação e saúde. A erradicação da pobreza extrema é uma das principais metas da próxima gestão.
Segundo a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, o Brasil tem cinco grandes desafios ambientais: a conservação da biodiversidade, a questão climática, as emergências ambientais (desastres), os resíduos sólidos e a reforma do Código Florestal.
Política Nacional de Resíduos Sólidos
Sancionada em agosto de 2010, depois de 21 anos de tramitação no Congresso Nacional, a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) institui no país um marco regulatório na área. A lei faz a distinção entre resíduo (lixo que pode ser reaproveitado ou reciclado) e rejeito (o que não é passível de reaproveitamento).
De acordo com as novas regras, os envolvidos na cadeia de comercialização dos produtos, desde a indústria até as lojas, deverão estabelecer um consenso sobre as responsabilidades de cada parte.
As empresas terão até o final de 2011 para apresentar propostas de acordo. Quem perder o prazo ficará sujeito à regulamentação federal. Atualmente, a logística reversa já funciona com pilhas, pneus e embalagens de agrotóxicos. Mas é pouco praticada pelo setor de eletroeletrônicos, que foi um dos que mais contestaram tal ponto do projeto.
Plano de Produção e Consumo Sustentáveis
Uma das principais iniciativas que podem virar realidade é o Plano de Produção e Consumo Sustentáveis (PPCS), proposto pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) com o objetivo de fazer com que o consumo consciente deixe de ser visto como alternativo e passe de segmento de mercado a regra geral.
No primeiro ciclo de trabalhos, com duração de três anos (de 2011 a 2013), o plano conta com seis eixos principais:
• Agenda ambiental na administração pública (A3P);
• Aumento da reciclagem de resíduos sólidos;
• Compras públicas sustentáveis;
• Construções sustentáveis;
• Educação para o consumo sustentável; e
• Varejo e consumo sustentáveis.
Fundo Clima
O Fundo Nacional de Mudanças do Clima, também conhecido como Fundo Clima, contará com R$ 300 milhões para investimentos em ações de mitigação e adaptação aos efeitos das mudanças climáticas em 2011. Financiado com recursos da exploração de petróleo, o mecanismo deverá ser fundamental para inserir o país em uma economia de baixo carbono
PP Cerrado
A principal medida do Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento e das Queimadas no Cerrado (PPCerrado), anunciado em setembro de 2010 pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), prevê a criação de 25 mil km² de novas áreas de preservação ambiental (o equivalente a 17 vezes a área da cidade de São Paulo) nos próximos dez anos, com o objetivo de reduzir em 40% o ritmo de corte da vegetação nativa do bioma até 2020.
O PPCerrado pretende que o ritmo de devastação caia pelo menos para 8,7 mil km² anuais em uma década e também prevê a demarcação de 55 mil km² de terras indígenas. Os planos do governo estimam investimentos de R$ 340 milhões do orçamento federal para colher resultados até 2020, como a redução em 40% das emissões de gases que ampliam o efeito estufa e aquecem o planeta a partir da degradação do Cerrado.
RETP
O Ministério do Meio Ambiente (MMA) disponibilizará, a partir de 2011, o Registro de Emissão e Transferência de Poluente (RETP), um sistema na internet que divulgará dados sobre as substâncias poluidoras do ar, da água, do solo e o destino de resíduos sólidos gerados pela indústria.
Além da quantidade de emissão de aproximadamente 200 substâncias (líquidas, gasosas e sólidas) consideradas nocivas à saúde e ao meio ambiente, o portal também divulgará a destinação desses resíduos. O principal objetivo da proposta é elaborar um inventário nacional das substâncias, a partir do qual poderão ser elaboradas pesquisas acadêmicas e políticas públicas para a área.
Diesel menos poluente
Com um orçamento de US$ 1 bilhão (R$ 2,8 bilhões), a construção das novas instalações de produção do diesel S-10 (10 partes de enxofre por milhão) tem previsão para começar em 2011. A instalação abrangerá 55 mil m² de área em um terreno da Petrobras na região leste do complexo de Cubatão (SP). A produção deverá ficar em torno de 500 mil m3, conforme projeção inicial.
Uma resolução de 2008 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) prevê a distribuição desse combustível em todo o Brasil a partir de 2012. O diesel S-10 tem 80% menos enxofre do que o diesel S-50, que é fornecido hoje às frotas de ônibus das cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Fortaleza, Belém e outras capitais, e 98% menos enxofre do que o diesel fornecido a algumas regiões metropolitanas do resto do país (de 500 ppm). Nas cidades do interior, vigora o diesel com 1.800 ppm.
Fórum Global pela Sustentabilidade
A cidade do Rio de Janeiro sediará, a partir de 2011, o Fórum Global pela Sustentabilidade, encontro cujo propósito é reunir anualmente líderes empresariais, sociais, ambientais, culturais, acadêmicos e governamentais de diversos países para dialogar, assumir compromissos, articular acordos e divulgar práticas e soluções exemplares voltadas para o desenvolvimento sustentável. O Instituto Ethos é uma das 13 entidades responsáveis pela organização do evento.
Em 2012, o encontro será realizado um pouco antes da Conferência Internacional das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, que lembrará os 20 anos da Eco-92.
Inventário Florestal Nacional
Lançado em dezembro pelo Ministério do Meio Ambiente, em parceria com o Serviço Florestal, o Inventário Florestal Nacional vai monitorar a qualidade e a quantidade de florestas em todo o país, por meio de dados atualizados que serão utilizados na elaboração de políticas públicas de uso e conservação desses recursos naturais.
Futuro do Protocolo de Kyoto
A 17ª. Conferência das Partes das Nações Unidas sobre o Clima (COP 17) será realizada ao final de 2011 na cidade de Durban, na África do Sul. A cúpula climática promovida pela ONU será fundamental para decidir o futuro do Protocolo de Kyoto, que vai expirar em 2012.
Duas alternativas são possíveis: prolongar o tratado por mais alguns anos, levando-se em conta que os países ricos não têm cumprido suas metas de redução dos gases de efeito estufa (e a temperatura mundial segue aumentando), ou estabelecer um novo acordo com peso de lei internacional, excluindo-se assim o documento assinado em 1997 na cidade japonesa.
Pela redação do portal do Instituto EcoDesenvolvimento
sábado, 25 de dezembro de 2010
Secretaria Meio Ambiente
O Conselho Estadual do Meio Ambiente (Consema), aprovou, por unanimidade, a criação de duas novas Unidades de Conservação (UCs) e uma Floresta Estadual, em 21/12/2010. Trata-se das UCs de Marília e Avaré, áreas que antes eram Estações Experimentais ligadas ao Instituto Florestal, e de área pública em antiga fazenda em Campinas.
A Estação Ecológica de Marília permitirá aumentar a proteção ambiental em região com nível de preservação de cerca de 6,5% do território, abaixo da média do Estado, que é de aproximadamente 17,5%. O local fica ao norte do município e detém animais e plantas ameaçados de extinção. Segundo Rodrigo Victor, diretor do Instituto Florestal, a região tem potencial para pesquisa ambiental, devido a presença de universidades em Marília.
Já a Estação Ecológica de Avaré aumentará a proteção ambiental do Cerrado paulista. Hoje, o bioma detém apenas 0,83% de sua vegetação original, o que evidencia a importância da preservação da região. Na nova UC foram encontradas 113 espécies de aves, sendo três ameaçadas de extinção, e dez mamíferos, dois em risco. O processo de criação dessa nova área ambiental tem legitimidade local, vez que foi solicitada tanto por oficio da prefeitura como por pedido da câmara dos vereadores.
A nova Floresta Estadual de Campinas localiza-se na região do Parque Jambeiro, que, segundo Rodrigo Victor, “é a única área verde expressiva do bairro”. Segundo ele, a cidade de Campinas detém apenas 2,6% de preservação nativa e a criação da Floresta permitirá combater o assédio imobiliário. Ele explica que será necessário trabalho de recuperação local, vez que 62,60% do território é ocupado por espécies exóticas, o que diminui a biodiversidade.
Outro ponto discutido no Consema foi a Avaliação Ambiental Estratégica das Atividades Portuárias, Industriais, Navais e Offshore no Litoral Paulista. A idéia seria deliberar sobre esse estudo a fim de criar mecanismo que permitisse que os licenciamentos ambientais da Baixada Santista fossem analisados de forma articulada, ao invés de individualmente. “Temos que criar um pano de fundo comum”, disse Ana Cristina Pasini, diretora da Cetesb, acerca dos empreendimentos ligados ao pré-sal, que tendem a se expandir na região.
Não houve consenso entre os conselheiros a esse respeito. Para alguns dos presentes, seria importante definir o Zoneamento Econômico Ecológico da Baixada antes de aprovar o estudo, enquanto outros propuseram incrementar a avaliação, com propostas como, por exemplo, o pagamento por serviços ambientais hídricos para beneficiar o Parque Estadual da Serra do Mar. Em razão do impasse, foi decidido que a questão será levada ao Conselho de Infraestrutura para maior detalhamento.
O Consema também aprovou, por 27 votos a favor, nenhum contra e uma abstenção, o EIA/RIMA da “Ampliação da Área de Lavra de Calcário”, de responsabilidade da Votorantim Cimentos. O empreendimento fica no município de Araçariguana.
A Estação Ecológica de Marília permitirá aumentar a proteção ambiental em região com nível de preservação de cerca de 6,5% do território, abaixo da média do Estado, que é de aproximadamente 17,5%. O local fica ao norte do município e detém animais e plantas ameaçados de extinção. Segundo Rodrigo Victor, diretor do Instituto Florestal, a região tem potencial para pesquisa ambiental, devido a presença de universidades em Marília.
Já a Estação Ecológica de Avaré aumentará a proteção ambiental do Cerrado paulista. Hoje, o bioma detém apenas 0,83% de sua vegetação original, o que evidencia a importância da preservação da região. Na nova UC foram encontradas 113 espécies de aves, sendo três ameaçadas de extinção, e dez mamíferos, dois em risco. O processo de criação dessa nova área ambiental tem legitimidade local, vez que foi solicitada tanto por oficio da prefeitura como por pedido da câmara dos vereadores.
A nova Floresta Estadual de Campinas localiza-se na região do Parque Jambeiro, que, segundo Rodrigo Victor, “é a única área verde expressiva do bairro”. Segundo ele, a cidade de Campinas detém apenas 2,6% de preservação nativa e a criação da Floresta permitirá combater o assédio imobiliário. Ele explica que será necessário trabalho de recuperação local, vez que 62,60% do território é ocupado por espécies exóticas, o que diminui a biodiversidade.
Outro ponto discutido no Consema foi a Avaliação Ambiental Estratégica das Atividades Portuárias, Industriais, Navais e Offshore no Litoral Paulista. A idéia seria deliberar sobre esse estudo a fim de criar mecanismo que permitisse que os licenciamentos ambientais da Baixada Santista fossem analisados de forma articulada, ao invés de individualmente. “Temos que criar um pano de fundo comum”, disse Ana Cristina Pasini, diretora da Cetesb, acerca dos empreendimentos ligados ao pré-sal, que tendem a se expandir na região.
Não houve consenso entre os conselheiros a esse respeito. Para alguns dos presentes, seria importante definir o Zoneamento Econômico Ecológico da Baixada antes de aprovar o estudo, enquanto outros propuseram incrementar a avaliação, com propostas como, por exemplo, o pagamento por serviços ambientais hídricos para beneficiar o Parque Estadual da Serra do Mar. Em razão do impasse, foi decidido que a questão será levada ao Conselho de Infraestrutura para maior detalhamento.
O Consema também aprovou, por 27 votos a favor, nenhum contra e uma abstenção, o EIA/RIMA da “Ampliação da Área de Lavra de Calcário”, de responsabilidade da Votorantim Cimentos. O empreendimento fica no município de Araçariguana.
Virada do Ano
espero que todos que visitaram o blog os anos de 2009 e 2010 possam aproveitar as novidades do ano que vem . Ano que vem tem mais . Estamos no Natal e desejo aos leitores um Natal repleto de realizações e um Ano novo repleto de paz, amor e muitas realizações em prol da preservação ambiental
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Marketing verde
No início da discussão ambientalista , marketing era o gancho para planejar ações ambientais , agora o planejamento e adoção do SGA , o Marketing entra como parâmetro de avaliação para saber se a empresa age politicamente correta, ecologicamente saudável e eticamente.
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