segunda-feira, 22 de agosto de 2011

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Como motivar
No actual mercado de trabalho, os empregadores estão sempre a atrair novos trabalhadores e tudo começa com o recrutamento. É crucial estimular, encorajar e motivar os seus colaboradores, se deseja continuar a tê-los do seu lado.

Como motivar os colaboradores?
Motivar os seus trabalhadores e mantê-los motivados não é fácil. Uma boa remuneração não é suficiente. Um carro da empresa, benefícios extra e um aumento, funcionam mas continuam a não ser suficientes.

Na maioria das pessoas, os factores que as motivam encontram-se nos desejos humanos como o reconhecimento, o apreço, o estar ocupado com coisas que fazem sentido, etc. Motivar é de facto complicado, por isso deixamos-lhe algumas dicas para motivar a sua equipa:
Deixe os seus colaboradores determinarem como fazer o seu trabalho. Não rejeite propostas para uma nova abordagem sem mais nem menos. Mostre-se receptivo.

Encoraje as pessoas a tomarem responsabilidades. Mostre-lhes que aprecia quando alguém se encarrega de uma tarefa..

Tenha uma atitude positiva em relação à interacção social e ao trabalho de equipa.

Mantenha as pessoas informadas sempre que possível.

As incertezas podem desmotivar a sua equipa.

Tolere os erros das pessoas quando ainda não dominam totalmente uma tarefa ou uma função.

Tenha tempo para uma pequena conversa em vez de se limitar a dar o bom dia.

Dê aos seus trabalhadores objectivos e desafios concretos, refira-se a eles durante reuniões de trabalho e mostre que as pessoas fizeram progressos.

Encoraje as pessoas regularmente e mostre-lhes o seu apreço.

Respeite as suas combinações e promessas e, sobretudo, não as faça sem saber que as pode cumprir.

Defenda a sua equipa. Em caso de conflito, ouça sempre a versão dos seus colaboradores antes de se pronunciar.

Não espere a reunião anual de avaliação para discutir o empenho de cada um.

Deixe as pessoas falar sobre o que as motiva e escute-as com atenção.

Como desmotivar colaboradores?
Deixamos-lhe uma lista de pontos com os quais pode desmotivar o seu colaborador mais entusiasta. Aplique-os e pode ter a certeza que até os mais motivados não tardam a perder o ânimo.
Dê uma resposta vaga e pouco clara quando os colaboradores lhe perguntam o que espera deles e despache-os o mais rapidamente possível.

Elabore uma quantidade de regras desnecessárias que devem ser rigorosamente cumpridas pelos seus colaboradores.

Planifique reuniões improdutivas e obrigue os seus colaboradores a estarem presentes.

Estimule a competição interna.

Esqueça-se propositadamente de passar informações importantes, impedindo assim os seus colaboradores de trabalharem como deve ser.

Não seja construtivo no seu feedback e nas suas observações.

Não use os talentos dos seus colaboradores nem dê mais responsabilidades aos mais eficientes.

Nunca pergunte aos seus colaboradores se eles estão desmotivados.

Não repare nunca nas coisas mal feitas. Assim, os colaboradores que fazem bem o seu trabalho ficam com a sensação de que são explorados.

Trate os seus colaboradores de forma injusta. Faça promessas que não pode ou não quer cumprir (mas não ponha nada no papel).
Como mostrar apreço?
Apreço versus elogio
Mostrar apreço aos seus trabalhadores não é a mesma coisa que fazer-lhes elogios.
Dizer a alguém que tem um penteado bonito, é um elogio.
Dizer a alguém que gostou do seu trabalho é um sinal de apreço.
Mostre apreço
Torne o seu apreço concreto e específico. É preferível dizer "Susana, a sua proposta para um novo layout parece muito boa" em vez de "Susana, você está a trabalhar bem".
As pessoas consideram o seu apreço uma recompensa pelos seus esforços. Ficarão encorajados para continuarem assim.
Também pode sempre pedir conselhos aos seus colaboradores. É uma maneira de lhes mostrar que tem confiança neles e que acha que eles o podem ajudar.
Acredite no que diz
Elogiar alguém sem acreditar naquilo que diz é nefasto para a sua credibilidade.
O seu colaborador apercebe-se disso e, no futuro, não conseguirá mais motivá-lo com uma outra observação positiva.
Seja equilibrado
Elogiar os seus colaboradores demasiadas vezes dilui o efeito. Por outro lado, raramente os incentivar também não é desejado. Estabeleça um equilíbrio. Deve atender também ao facto de algumas pessoas terem mais necessidade de serem elogiados do que outras. De um modo geral, quem está em início de carreira dá mais importância ao seu apreço.
Em público versus em privado
Não tenha problemas em elogiar alguém na presença de outros colegas, é um hábito que faz subir a moral geral da equipa. Pelo contrário, se reprimir alguém, deverá fazê-lo em privado.
Uso da linguagem e motivação
Impor os seus pontos de vista à sua equipa de uma forma pouco correcta, não o leva a lado nenhum. Para manter elevado o nível de motivação dos seus colaboradores, é muito importante dizer-lhes o que deseja.
Por exemplo:
Em vez de: "Não quero que tire férias nesta altura", diga: "Queria que por esse e aquele motivo estivesse presente para reforçar a equipa".

Em vez de: "Não está a fazer isto como deve ser", diga: "É melhor fazer isto a partir de agora desta maneira".

Em vez de: "Porquê é que fazem reuniões tão longas?", diga: "Pensem em formas de fazer reuniões mais eficientes".

Em vez de: "Isto está bem feito, mas aquilo está mal", diga: "É melhor fazer aquilo desta maneira, para ficar tão perfeito como o trabalho que está a fazer agora, que está muito bom".
Os seus colaboradores querem objectividade e obtêm melhores resultados com um padrão de linguagem claro. Às vezes é preciso reflectir um pouco para traduzir um "contexto não" para um "contexto sim". Mas, com tempo, é possível fazer disso um hábito.

Palavras proibidas

Há três palavras que convém não usar se quer motivar a sua equipa: de facto, mas e espero.
De facto expressa dúvidas;

Mas é uma negação da frase anterior;

Espero mostra que gostaria que as coisas mudassem mas que não acredita que isso alguma vez vá acontecer.
Se, durante uma conversa de avaliação, disser: "Estou de facto satisfeito consigo mas acho que é pena necessitar de tanto tempo para concluir o seu trabalho, por isso espero que isto mude."
o seu trabalhador vai interpretar o seguinte:
"Não estou nada satisfeito porque você é demasiado vagaroso e não acredito que alguma vez vá conseguir mudar isso".
A expressão 'de facto' tem realmente que ser evitada;

A palavra 'mas' pode ser substituída por 'e';

Em vez da palavra 'espero' use 'conto com'
Saber criticar
12 regras para dizer a alguém, de uma forma construtiva, que fez alguma coisa mal:
Identifique o comportamento que quer criticar. Critique uma acção, não uma pessoa.

Especifique a sua crítica. Em vez de "Nunca consegue cumprir o prazo" , diga "Para esse relatório não conseguiu cumprir o deadline de 15 de Março".

O comportamento que está a criticar deve ser susceptível de melhorar.

Use o 'eu' ou 'nós' para realçar que quer resolver o problema em conjunto. Não expresse ameaças.

Certifique-se que o outro entende os motivos pelos quais o está a criticar.

Não faça rodeios: vá directamente ao assunto e fique calmo.

Mostre claramente que o comportamento melhorado será recompensado e ofereça a sua ajuda para resolver o problema.

Não fique zangado ou sarcástico, só tem efeitos negativos.

Mostre à pessoa que entende os sentimentos dela.

Se fizer a sua crítica por escrito, convém arrefecer primeiro um pouco antes de escrever. Certifique-se que só o destinatário da crítica receba a carta ou o mail.

Comece por dizer algo positivo.

Confirme, no fim, o apoio e a confiança na pessoa.
Da discussão nasce a luz!
Ouvir críticas negativas sobre nós é doloroso, principalmente quando o assunto é o nosso desempenho laboral.
Perante observações pouco simpáticas, alguns de nós enfurecem-se, outros preferem fugir e esconder-se.

Por isso, para enfrentar esta situação e vencer os nossos obstáculos, não há nada mais importante que aprender a colocar questões para obter respostas que nos dão soluções e nos levam a ultrapassar as nossas dificuldades, conseguindo ainda das pessoas algo fundamental: o feedback.

Um exemplo:

Suponha que o seu patrão é alguém que leva as suas responsabilidades muito a sério.
Ao longo do tempo, você vai-se apercebendo que ele não está muito satisfeito com a forma como conduz as reuniões e você quer perceber como poderá ser mais eficiente.
O conselho é que aproveite uma reunião em que seja você mesmo o orientador e, ao mesmo tempo, observe, pergunte e não deixe de fazer sugestões. Sobretudo, interaja com o seu chefe e colaboradores. Lembre-se que da discussão nasce a luz!!
Quando for o caso não receie em colocar os aspectos mais específicos das suas dúvidas.
Muitas vezes todos estão com a mesma dúvida mas ninguém tem coragem de perguntar.
Por outro lado, tente não interromper se achar inoportuno. Por vezes também é positivo ter uma atitude defensiva e estar algum tempo apenas a ouvir o que o seu chefe ou colaboradores têm a dizer, isto porque, as opiniões e críticas que lhe fizerem, podem vir a ser muito úteis para o melhoramento do seu desempenho profissional.
Através das críticas que lhe forem feitas de forma construtiva, vai perceber coisas o que até então não entendia e que afinal até eram muito simples. Além disso, vai contribuir também para enriquecer o conhecimento dos outros, porque você sabe coisas que outras pessoas não sabem e vise-versa.
Assim, conseguirá uma interacção perfeita da parte dos seus ouvintes e consequentemente terá feedback.
O feedback pode ser alcançado através do modelo SBI.
Mas o que é o modelo SBI?
O modelo SBI (Situation Behaviour Impact) ou seja situação de impacto no comportamento, é desenvolvido pelo Centro para Liderança Criativa, nos Estados Unidos, uma das empresas mais importantes em treino de liderança. É um modelo fácil de lembrar e simples de implementar.
Como funciona?
Situação: Neste caso você deveria pedir ao seu chefe que lhe descrevesse a reunião que liderou e como pareciam estar as pessoas durante esse tempo.
Comportamento: Aqui deve questionar como é que o seu chefe vê o seu comportamento e quais os comportamentos não verbais que ele observou. Não deixe de lhe pedir para ser tão especifico quanto possível, pois só assim poderá verdadeiramente perceber onde é que errou.

Impacto: Tente ainda analisar como é que o seu chefe se sente acerca da forma como você conduziu a reunião.
Será que ele notou como é que os outros reagiram?
Podia a reunião ter corrido melhor se a tivesse conduzido de forma diferente?

Claro que a reunião, ou o que quer que seja, pode ser sempre melhor. O importante é aumentarmos a cada dia a nossa capacidade para ensinar e aprender em vez de nos deixarmos abater por cada crítica que nos é feita.

Afinal, o modelo SBI, posto em prática, não é mais que uma forma de observação pessoal e interacção, que ajuda a pessoa a ver como pode melhorar o seu desempenho profissional e a ter mais confiança em si própria.

Gestão a toda a prova
Saber gerir é saber motivar. Mas saber manter uma equipa motivada é uma tarefa que, por vezes, não se revela nada fácil. No entanto, quanto maior a motivação de uma equipa, maior é a vontade e o gosto de trabalhar bem.

Não é tão difícil quanto isso, mas exige algum esforço. Mas se tem algumas dúvidas quanto às melhores formas de motivar e tirar os melhores resultados da sua equipa, fique atento e siga os nossos conselhos.

Descubra a importância da sua equipa no seu sucesso
O sucesso de uma equipa é feito de altos e baixos. Criando um bom ambiente de trabalho para a sua equipa vai estar a criar entusiasmo no trabalho. Esteja sempre presente quando errarem. Ajude-os a aprenderem com os erros e a tentarem novamente.
Reorganize o seu tempo
Esteja o máximo de tempo possível com a sua equipa e motive-os sempre que possível.
Feed-back
Estar atento aos "sinais" dados pela sua equipa e saber responder-lhes correctamente e prontamente também é fundamental. Tenha uma relação próxima e íntima com a sua equipa.
Valorize a aprendizagem
Faça da aprendizagem uma festa. É importante que a sua equipa se aperceba dos êxitos que vai obtendo. Apoie-a e incentive um ambiente de equipa baseado no crescimento e desenvolvimento pessoais.
Dê o seu melhor
Não se esqueça que as alturas de maior motivação são quando está com cada membro da sua equipa. Esteja por dentro do trabalho deles e apoie-os sempre que necessário.
Não faça o trabalho por eles

Tente antes ajudar os membros a fazerem o trabalho por eles. Crie confiança na equipa. Fazer o trabalho por eles só mostra que você acha que eles são incompetentes e cria desmotivação.
Compreenda as mudanças

Esteja sempre atento a quaisquer tipo de mudanças que possam atingir a sua equipa. Saiba adaptar-se a essas mudanças.


Clareza e objectividade


Não se esqueça que a incerteza ou a dúvida que a equipa possa ter sobre qualquer tarefa ou sobre determinada posição sua pode diminuir sua confiança e motivação geral.


Conheça as suas próprias capacidades


Saiba quais são as suas melhores qualidades e use-as para motivar a sua equipa. Mas saiba também quais são os seus defeitos e aprenda com eles.




Estimule as seguintes qualidades:


1. Ouvir
2. Relacionar-se com as pessoas
3. Comunicar
4. Motivar
5. Encorajar a mudança
6. Aceitar novas ideias
7. Fazer acontecer
8. Saber delegar
9. Ser um líder
10. Criar espírito de equipa

fonte: http://www.expressoemprego.pt/scripts/indexpage.asp?headingID=2198

Esquelético da Esponja

esquelético
Ascon - espículas calcáreas
siliscosas , material orgânico
sicon- espongina situada na mesogléia
dividida em mnoxônica triaxônica
tetraxônica
leucon- polixônica anfidisco

Cnidários

cnidários hydrozoa - ectoderme endoderme
mesoglía acelulargastroderme
diblástico
cenossarco pólipo solitário , hydras, medusas, caravaleas, odélia
syphozoa - mesocelular- cavidade gastrula-umbrela colorida
sino em véu
aurelia
anthozoa - sifonoglife- aboral , oral mesentério
acônico

Fauna Marinha

Esponjas tegumentar
pinacócitos,coanócitos,porócitos
amebócitos,espongiócitos,arqueócitos
ascon- porócitos,mesohilo,pinacoderme
amebócitos
sicon- meso + evoluídocanais aferentes
radiais,prosópilas, apópilas
leucon- evolúido, corpo achatado
ramificado

Ecologia

Vimos muitas teorias de ecologia pura nestes últimos posts.Os posts foram sobre ecologia de Curso Superior de Ciências Biológicas. Notem que tem muitos tópicos . O Curso foi anual com aula de ecologia na Universidade de Ciências Biológica UNISA onde me formei

Ecologia VII

Coevoluçãopatógeno instantâneo
Introdução sp com r elevado
Mudança de ambiente com perda da autorregulação
Oscilação permanente
Equação gráfico N1x N2
Flutuação Lokte e Volterra
Ver gráfico
Crescimento da presa
Dn1/dt=r1n1-pn1.n2
Cresimento do predador
Dn2/dt=p2n1.n2-d2.n2
R1=taxa de crescimento
P1.n1.n2= probalidade de encontro
P1= eficiência da predação
N2=predador
P2=eficiência da predação d2= taxa da mortabilidade
Eficiência de caça 1 consegue a caça e 2 transformar em biomassa
K estrategista individual e também para grupo altamente suficiente na caça ele fica eficiente na transformação
Conseguir caça , transformar em biomassa ( k estrategista) individual e também em grupo altamente suficiente na caça ele fica efeciente na transformação
Predar uma presa vale a pena
Os peixes selecionam os elementos maiores Leoa preda adultos idosos, otimizando energia , a vantagem é eficiência gastar baixa energia
No relativo n( numero d e presas semelhante K
Predação age na regulação do k
Numero de presas está no máximo , alto preadador , baixa numero d epresa mas o predador é generalizado não ataca só uma presa.
Numero relativo de presas através de feed back , mantém uma territorialidade , territorialismo , hierarquia, territóriuo , é vantajoso para manutenção da população , sempre os melhores brigarão com chefe.
Aumenta número de presas , aumenta probabilidade de encontro.
Saciedade do predador , depende do tamanho da presa anterior, economiza e otimiza energia , está saciado.
Escape temporal zooplanctoon migra a nível para evitar uma predação
Escape espaço lugar onde não é predado
Escape morfológico espinhos formas achatadas, mimetismo
Daphinia zooplâncton ela grande ou peixe come aí população muda e morfologicamente
Velocidade dispersão, união e caça
Mimetismo batesiano clássico borboleta monarca altamente tóxica
Vice-rei outra espécie copia a outra copia ummodelo que não é predada.
Mulleriano não copia o modelo que não é predado , se camufla, cvonfunde o predador, camaleão, anfíbios, linguado
Toxicidade produção de substância tóxica contra predador, cor peixes de coral e anfíbio
Especialização do predador/presa
Camuflagem do predador
Zebra ( coloração) cores diferentes em difrentes densidades ( vê alusão de molhado) sp peçonhenta
Jararac ilhoa ( quiemada grande )
Formas deo bico velocidade teia de aranha aranha dágua que faz uma bolha para ficar .
Plantas carnívoras insetívoras
Coevolução
• predador evolui eficiente
• Presa evolui eficiente
Obrigatório
Superpredador preda tudo
Predador generalista para controle de pragas não é p ideal , caso do teju em Noronha
Patógeno instantâneo imprudência
Homem que causa artificialidade
1. Introdução de sp com r elevado
2. Mudança de ambiente com perda de auto rregulação
Resposta de predador à N presa
Remoção linear, tempode manuseio, imagem de procura ( gráficos)
Resposta numérica aumenta número de presa , predação constante
Resposta funcional aumenta número de presa aumenta número de predação
Tipos de predação constante , % constante compensatória
Predação / parasitismo alelopatia
Gráfico de flutuação equação já vista ninguém morre predador ineficiente preda menos
Extinção das duas populações
Isto é modelar
Respostas para gráficos
Predador respondendo a densidade da presa .
Quanto remove de presa , remoção o quanto mata
Manuseio ( corre, engole, matar correndo )
Há intervalo de tempo para matar
Saciedade
Imagem da procura
N1 baixo o predador não tem imagem de procura
Alto N1 aumenta competição , 1 presa se torna visível ao predador, este cria imagem de procura , predando eficientemente.
Resposta numérica independente do número de presa , o predador preda constante
Resposta funcional aumenta presa, aumenta predação aumenta número de predador
Tipos
Constante possue repsota numérica
% constante preda 1 porcentagem constente da população ( prudentes)
Resposta funcional
Compensatória mais tem, mais preda é linear a resposta
Funcional prudente tem menos preda menos, tem mais preda mais
Predador generalista
Parasita especialista
Alelopatia antibiose + -
Proposital para evitar competição
Vegetais que liberam cânfora inibindo o crescimento de outras
Penicilina organismo produz conta competidor


Ecologia VI- Mais informações sobre ecologia - anotações de uma bióloga

Princípio de Allee
Agregação prejudicial benéfica
Tanto densidade muito alta como densidade baixa é prejudicial a sobrevivência
Ex. Vegetais Luz e H20 Competição
Benéfica juntar indivíduos numa região há modificação no microclima
Prejudicial + indivíduo Maior competição mais dejetos mais defecação mais come mais carga
Bromélia se agrega para manter a umidade e surge competição desses fatores e morre bromélia
Peixes muco protege X veneno
Maior número de peixes mais difícil ação de veneno
Maior sobrevivência menor vegetais competição
Abelhas maior densidade mais sobrevivência até o limite K do capacidade suporte do ambiente seres humanos mais densidade mais sobrevivência
Áreas de dormida
Vantagem e desvantagens.
Método de Poison
Região , território para passar a noite, coelhos, aves, golfinhos, encontro para reprodução, para descanso
Área fica mais mexida um grupo todo reunido mais fácil de caçar. Área para água.
Necessário saber da distribuição dos organismos para manejar o meio ambiente . Quadrardos grandes, quantidade densidade diferente.
Método de Poisson
Determinação do padrão de distribuição dos organismos
Aplicadas em popuplação de densidade baixa
Tamanho da amostra varia agregado
Alta amostragem , quadrantes pequenos
Distribuição de Poisson
M= número de indivíduos / número de amostras
Índice de agregação s2/m ( alto agregado, 1 aleatório 1 uniforme)
S2= Ef ( x-m)2/n-1
Número de indivíduos por quadrante frequência fx x-m F(x-m)2
Por exemplo
10 quadrantes frequênciia variada, 50cm cada quadrdado
3 daninhas folhas redondas, alongadas, grama
Rochas , tudo é catalogado no quadrante.
ENERGÉTICA E CRESCIMENTO POPULACIONAL
Estratégia de crescimento
Oportunistas (r) pioneiros
De equilíbrio (k) competição
Relação Em / Er
Maximização de energia ( presas grande Zoo)/ reciclagem de aranhas
Comparação r e k
Interações populacionais
( 0,0; - -; + +; + -, 0; +0)
1. Neutralismo 00
2. Competição - -
3. Amensalismo – 0
4. Parasitismo + -
5. Predação + -
6. Comensalismo + 0
7. Procooperação + +
8. Mutualismo + +


Equação logística
dN/dt=RN(k-n/k)- cn2n1

com recurso disponível cresce J- exponencial
Há instabilidade ambiental)
Pode ter também período de seca e chuva r estrategista
Para lutar por um recurso há uma sigmóide encontrando equlíbrio ambiental
Dn/dt = RN ( k-n)/k
K estrategista
Fator k é o controlador da fórmula
Fator r é o controlador
K estrategistas população em equilíbrio por que existe uma certa estabilidade no ambiente.
R estrategistas ou oportunistas aparece recurso disponível a população cresce exponecialmente, pioneiras por exemplo, num rio que possa ocorrer flutuação ambiental caso tenha uma indústria que jogue vinhoto portanto o rio tem alterações físico-químicas . o oportunistas cresce( bactérias e algas) come vinhoto são r estrategistas já o k estrategistas se prejudicaria, o crescimento.
Competrição é fator importante num meio equeilibrado definindo em termos energéticos k estrategistas
Indivíduo gasta mais energia para sua manutenção e gasta mais energia para fugir do predador para ficar vivo assim por dizer.
Respiraçao fisiológica para busca de alimento predação.
E para reprtoduzir a hora que as condições estão ideais.
E gasta na reprodução corte momentâneoi custo de produção de óvulo, manter gravidez
Energia gasta para manter prole
Oportunista menor esforço reprodutivo alga e bactéria gasta menos energia de manutenção e cresce muito .
Supondo: quando k estrategista que vive num meio equilibrado, estabilidade ambiental e venha a ter muitos filhos é prejudicial porque existe a competição a acabaria com SP
Oportunista é fator ambiental
Fator independente da densidade é a curva J
Fator dependente da densidade é a curva sigmóide
Como K estrategista consegue um pouco de reprodução?
Maximização consegue o máximo de recurso sem gastar menos
Gastar menos E caçando grandes presas no caso do leão das savanas caça mais adulto para se dar bem caso ele cace um filhote fica elas por elas . ( relação custo benefício)
Aranha faz teia e gasta mais proteína para fazer teia.gasta-se ATP para juntar os aminiacidos custo energético da síntese protéica é grnade. Ela constróii a teia e caça bicho e come.
Para maximização há reciclagem ela come a teia depois da caça.
Sobrar energia para reprodução é maximizar.
Zooplânctons e peixes zooplânctóforos o alevino é zooplanctóforos.as SP menores de zooplâncton aumenta a população e as a espécies maiores como daphnia baixa a população. ( crustáceo)
Entre as SP zooplanctônicas existem zonas de localização
Peixe k estrategistas
Não há limite entre k e r porque há algas k estrategistas e o peixe pode ser r também.
R estategista não precisa maximização porque tem fatores independentes são ambientais.
Correlação entre r e k

Considerações r K
Clima Variável ou imprevisível Previsível
mortalidade catastróficas Dependente da densidade da população ocorre seleção
Tamanho da população Variável não atinge equilíbrio Constante equilíbrio
Competição intra e inter específica Variável baixa Aguda
sucessão Aumento na produtividade inicial Eficiência para se manter clímax final para reprodução
ambiente instável Estável
Seleção Desenvolvimento rápido r elevado SP tende a reproduzir unicamente muito indivíduo na prole unicelular Grande pouca prole pluricelular
Duração de vida curta Longa mais de ano





Competição intra-específica e interespecífica
Inter vazio ecológico 2 populações r diferente própria da exclusão competitiva
Parmecium
Tribolium
Coexistência Zoo trifolium
Situações definidas
Em relação ao r
0,0 duas espécies convivem mas 1 não interfere na taxa de crsecimento da outra ( leão)neutralismo
Competição- - duas populações interagem, crescimento pode ser usada diminuída. Tem crescimento prejudicado
++ duas populações duas taxas de crescimento são beneficiadas
Parasitismo e herbivoria +- um bom para 1 ruim para outra
Amensalismo para uma população é indiferente para outra -0
Melhora a taxa para um e a outra é prejudicada migração de animais na saavana. Garças no zoológico
+0 melhora taxa para um e prejudica para outra comensalismo peixe rêmora que carrega peixes menores em raias e tubarões
Simbiose não se define para estas interações porque todas tem simbiose
Protocooperação paguro e anêmona
Protege o paguro aumenta área de alimentação da anêmona caso ele se desloca
Mutualismo os dois são beneficiados.
Protocooperação e mutualismo , um não vive sem o outro.
Dn/dt= RN ( k-n/k)c n2n1
C= taxa de interferência n2população2
N1=população 2
Competição prejuízos de 1 e outra espécie
Buscar o mesmo recurso que outro organismo busca
Intra= indivíduo da mesma espécie
Inter indivíduos de SP diferentes
Todos os nichos ocupados
Interespecífica conseqüente o níivel do ecossistema
Intraespecifico competição a nível de SP seleção natural ( evolução)
Várias espécies interagindo e competindo pode ter uma melhor exploração do meio
Extinção princípio da exclusão competitiva
Válido para espécies que vivem num nicho porque os recursos são os mesmos
Aquele que tem r maior cresce maior
Aquele que tem a taxa de crescimento maior sobrevive
Trifolium trevo ver gráficos no odum
Competição direta interferência competição direta Tetê a Tetê
Competição indireta exploração que explora mais se dá bem SP diferentes besouros da farinha
Para introduzir uma sp para extinguir a outra competição não é introduzir no controle de praga porque muda o objetivo ou seja tem ratos em ovos de aves .
Competição
Crescimento simultâneo
Espaços limitados
dN1/dt=r1N1. k1-n1-alfaN2/k1
dn2/dt=r2n2 k2-n2-betan1/k2
n1e n2 número de indivíduos das espécies 1 e 2 respectivamente.
Alfa coeficiente de competição efeito inibidor de 2 sobre 1 ( ação de indivíduos 2 sobre individuo 1 )
Beta efeito inibidor de 1 sobre 2 ( ação de indivíduo 1 sobre indivíduo2)
Competição – distribuição
Competição interespecífica SP diferente
Competição intraespecífica mesma espécie ( população de pinheiros)
Meio ótimo com vantagem adaptativa
Competição influencia na seleção e vice versa
Deslocamentoi de caracteres
SP semelhantes diferem alimentação, ciclo sazonal, atividade di[ária
DEt por seleção natural
Ex.: capim na Inglaterra ( pássaro chapim)
Phalacrocarax carbo ( pelágico, superfície
P. austoteles ( bentônica)
Aves marinha England
Rhododendron hisutum vegetais
R. ferrugenum solo ácido
Chapim vivem mesma área e se alimentam em áreas diferentes , através da seleção porque fugir da competição
Diminuição de procura alimentar em época de reprodução
Mosaico= solo = cal+ ácido
Ilhas galapágos modificação do bico para se alimentar diferente evitando competição Darwin origem da sp.
Imperfeita aquele onde a competição interespecífica não é marcante não leva a extinção nenhuma das sp.
Perfeita leva a extinção de uma esp[ecie das sp competidoras
Hiperfeita uma das populações não deixa nem a outra competir, mecanismos que não permitem o desenvolvimento de competidores
Vegetal que excreta substâncias em gastos de energia que inibe a outra planta germinar
Chaparral California arbusto para estas excretar catabólico secundário não deixa crescer nada para não competir com nutrioentes comensalismo.
Territorialidade 1
Dominância2
1 . diminuir competição entre sexual e alimento etc.. entre indivíduos intra ajuda a distribuição indivíduo tendo, delimitando seu território dá vantagem ecológica aumenta da sobrevivência
Arbustos chaparral também é território
Nunca é do tamanho esperado , sempre há um espaço maior para abundância para segurança
Aranhac teia grande no inverno baixa concentração de insetos
Aranha com teia pequena ou sem no verão ai]umenta concentração de insetos
Território para privacidade de corte
3. Dominância no sentido hierarquia galinheiro leão e primata babuíno
Ganso monogâmico escolhe o melhor macho
Interações positivas
Comensalismo vantagem para uma espécie
Protocooperação vantagem para as duas espécies
Mutualismo vantagem para duas espécies
Comum em animais sésseis mais animais móveis
Peixes m, bivalves, poliquetas e caranguejo
Pode ser específicoou não para verme que é sessil é benéfico
Cooperação não dependente ex.: celenterados e crustáceos
Mutualismo simbiose obrigatória
Ex. ungulados mais bactérias do rume ( para digerir celulose)
Cupins flagelado intestinal
Formigas e acácias
Saúva mais fungo
Fungos mais vegetais superiores
1- Ecotrófica ( exterior das raízes semelhante raízes secundárias)
2- Endotrófica ( interior das raízes das células)
3- Peritrófica ambientais rizosféricos ( em volta das raízes)
4- Liquens parasitismo mutualismo
Homem mais planta mais animais domésticos

Fungo desmonta as folhas s]digere a celulose e a saúva dá meio ambiente necessário para as fezes para o fungo.
Acácia dá abrigo e alimento a formiga dá proteção contra predadores e contra competidores outras acácias e besouros , herbívoro
Micorizas são fungos qe se associam com vegetais superiores
Líquem associação alga e fungo obrigatória eles vivem em ambientes inóspitos fatores limitantes
Predação (r)
Componentes da predação
Eficiência de caça
Transformação E
Número relativo n semelhante K
Territorialistas
Número de presa
Saciedade do predador escape da presa
1- Temporal
2- Espaço
3- Morfológico
4- Velocidade
5- Mimetismo batesiano
6- Mimetismo mulleriano
7- Toxicidade
8- Cores de advertência
9- Especialização predador e presa